O Padre do Balão voltou em uma carta psicografada e controu detalhes sobre sua trágica morte. As confissões chocaram todo mundo
Adelir Antônio de Carli, que ficou conhecido em todo o Brasil como Padre do Balão, realizava voos de balões de gás hélio como uma forma de chamar a atenção e arrecadar dinheiro para financiar as obras de uma espécie de hotel para caminhoneiros.
Contudo, uma dessas aventuras terminou de forma trágica. No dia 20 de abril de 2008, ele embarcou de Paranaguá, no litoral do Paraná, para um voo de balões de gás hélio. A viagem, que tinha como destino a Mato Grosso do Sul, terminou com a morte do Padre do Balão.
Os restos mortais de Adelir foram encontrados meses depois, no mar, no estado do Rio de Janeiro. Anos após o trágico acidente, o Padre do Balão voltou por meio de uma carta psicografada trazendo alguns detalhes sobre o terrível acidente que tirou a sua vida.

De acordo com o portal ‘Magia e Proteção’, a carta atribuída ao religioso foi supostamente psicografada pelo médium Ricardo Sanches de Andrade, de SP. Nela, o eterno Padre do Balão revela detalhes de sua morte e dá uma lição sobre a fé ignorante.
“Salve a todos com a paz de Jesus Cristo! Eu sou Adelir Antônio de Carli e venho contar-lhes sobre o meu desencarne trágico, porém nobre […]”, assim começa a carta do padre. Adelir conta que queria atrair atenção das pessoas com o intuito torná-las mais caridosas.
Ele detalha sobre o fatídico dia do acidente. O padre conta o quão angustiante e dolorosa foi a sua morte. “Os balões subiram rapidamente e os ventos os levaram para uma direção oposta à esperada. Eu estava perdendo o controle e tudo estava indo terrivelmente errado”, revela na suposta carta.
“Tentei utilizar o aparelho comunicador para pedir ajuda, mas minha inexperiência me impediu de fazê-lo adequadamente. Enquanto os balões começavam a esvaziar e estourar, fui gradualmente caindo, e o cenário tranquilo que imaginei tornou-se caótico”, diz na mensagem.

“A água do mar me aguardava abaixo, e meu coração estava repleto de temor. Com grande tristeza, percebi que minha missão generosa estava chegando a um fim prematuro e trágico. Afundei nas águas do oceano, lutando para sobreviver”, contou o Padre do Balão.
“A parte da minha vida dedicada a ajudar os mais pobres e a minha conexão profunda com Deus e Jesus Cristo me trouxeram alguma tranquilidade em meio ao desespero. Orei fervorosamente em busca de misericórdia divina e perdão, compreendendo que havia cometido um erro”, disse ele.
“Conforme o tempo passava, eu me cansava até me afogar, desencarnei. Parte do meu corpo foi consumida por tubarões e outros peixes marinhos”, finaliza o relato sobre sua morte. No decorrer da carta, o padre fala como foi o seu desencarne e alerta a todos sobre a fé cega.
Padre do Balão fala sobre fé cega
“A ciência oferece respostas para muitas questões que é nessas respostas também que está a voz de Deus para nos auxiliar, a fé pode dar significado e propósito à busca científica […]”, diz o Padre do Balão. Ele seguiu falando sobre a importância da ciência.

“[…] Em vez de abraçar a ignorância, devemos reconhecer que o conhecimento científico é um presente divino, projetado para nos guiar em direção ao progresso e ao entendimento de nós mesmos e do mundo que nos cerca […]”, alertou o Padre do Balão.
“Que minha trajetória, agora impregnada de conhecimento e espiritualidade, possa ser um exemplo de fé racional, onde as verdades divinas e científicas se entrelaçam, trazendo luz e entendimento aos corações que buscam compreender a grandiosidade do plano divino [..]”, finalizou.
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