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Quais estado brasileiros irão aumentar o salário mínimo regional no ano de 2026? Confira mais sobre o assunto.

O salário mínimo regional pode ser definido como um piso salarial que fora instituído por uma lei estadual. Além disso, o mesmo possui valores superiores ao salário mínimo pago nacionalmente.

Assim, o salário regional é aplicado aos trabalhadores de distintas categorias profissionais que estão presentes no território da respectiva unidade federativa. Em suma, o salário mínimo regional servirá instrumento de política salarial. Além disso, ele irá corroborar para uma remuneração mínima as particularidades de seu mercado juntamente com o custo de vida dos cidadãos.

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Aliás, um novo pressuposto realizado pelo Governo Federal definiu um reajuste de 6,79% no salário mínimo nacional, ou seja, um ganho real em comparação com o piso anterior de R$ 1.518. Vale lembrar que o valor abrange todo o território nacional, mas 5 estados do Brasil determinam percentual próprio para reajuste do mínimo.

Essa possibilidade, prevista na Lei Complementar 103/2000, permite que Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro definam valores mais elevados para determinadas categorias profissionais.

Salário regional do estado do Rio Grande do Sul:

O Rio Grande do Sul é um dos estado que possuem a maior tradicionalidade no que faz questão ao piso regional do país. Para quem não sabe, o estado em destaque apresenta cinco faixas que são responsáveis por complementar diferentes categorias de profissionais.

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Nesse sentido, podemos destacar a Lei Estadual 16.311/2025 que foi responsável por garantir uma promoção no reajuste de 8% nos valores. Assim, após esse reajuste, o piso desse estado obteve um valor que pode variar entre R$ 1.789,04 a R$ 2.267,21 conforme a faixa do trabalhador.

Salário regional do estado do Paraná:

O estado do Paraná dentre todos os citados possui o maior piso regional do país no ano de 2026. Ademais, o mesmo apresenta valores que ultrapassam o salário mínimo nacional.

Segundo o Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER 632/2026), o Conselho em destaque estabeleceu pisos que variam entre R$ 2.105,34 e R$ 2.407,90, onde se torna perceptível uma diferença de até R$ 786,90 em relação ao salário mínimo federal.

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Além disso, podemos destacar que o estado divide os seus profissionais em quatro grupos, selecionando-os segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO).

Ademais, o seu piso regional foi estabelecido pela lei estadual 21.350/2023 e prevê reajustes anuas até 2026.

Outra informação importante que se pode destacar relaciona-se ao fato de que o estado do Paraná foi o único, entre os cinco citados, a atualizar os valores este ano. Desta maneira, podemos destacar que até os outros estados não tiveram nenhuma atualização até o momento, mas normalmente costumam fazer suas atualizações no mês de maio ou nos meses seguintes a ele.

Salário regional do estado de São Paulo:

O estado de São Paulo apresenta um sistema que se diferencia dos demais estados. Em suma, ele possui um piso regional único aplicável a todas as categorias profissionais abrangidas. A Lei Estadual 18.153/2025 fixou o valor em R$ 1.806,00, representando diferença de R$ 185,00 acima do salário mínimo nacional.

Ademais, o piso paulista entrou em vigor em 1º de julho de 2025 e permanece vigente em 2026, sem previsão, até o momento, de novo reajuste.

Salário regional do estado de Santa Catarina:

O estado possui um piso singular que define o seu piso regional. Assim, o estado se baseia em negociações diretas entre sindicatos patronais e de trabalhadores, sem intervenção legislativa do estado. A Lei Complementar 869/2025 formalizou o reajuste de 7,27% nos valores, que variam de R$ 1.730,00 a R$ 1.978,00, conforme a faixa de enquadramento.

Salário regional do estado do Rio de Janeiro:

O estado do Rio de Janeiro se diferencia dos demais estados por um quesito. Ademais, a Lei Estadual 8.315/2019 estabeleceu valores que não foram reajustados nos últimos sete anos, resultando em defasagem significativa em relação ao salário mínimo nacional. Das seis faixas previstas na legislação fluminense, quatro encontram-se com valores inferiores ao piso federal.

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