Revelação chocante: Atriz expõe detalhes da morte de grande diretor da Globo; Entenda o que aconteceu e o legado deixado por esse grande gênio da dramaturgia

A história da teledramaturgia brasileira guarda capítulos que jamais chegaram ao roteiro das novelas das nove, mas que ecoam nos corredores do Projac, da Globo, com a mesma força de um clímax de Janete Clair.

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Por trás das câmeras, onde:

  • O glamour das estrelas encontra a realidade nua e crua;
  • A linha entre o profissional e o pessoal muitas vezes se apaga;
  • Situações dão lugar a episódios que misturam paixão, poder e até mesmo finais trágicos.

Falando nisso, um dos nomes mais potentes da direção televisiva protagonizou uma dessas histórias que, décadas depois, ainda causa estranheza e espanto.

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Isso porque uma prestigiada atriz da Globo, a qual inclusive esteve no elenco de “Eita Mundo Melhor”, revelou que um astro da emissora acabou morrendo durante uma transa, chocando milhares de telespectadores.

Paula Bulamarqui comenta morte de famoso da Globo durante sexo (Fotos: Reprodução/ YouTube/ Montagem)
Paula Bulamarqui comenta morte de famoso da Globo durante sexo (Fotos: Reprodução/ YouTube/ Montagem)

Lado B

Em uma entrevista reveladora ao podcast Papagaio Falante, ainda em junho de 2023, conduzido por Sérgio Mallandro e Renato Rabelo, a atriz Paula Burlamaqui trouxe à tona detalhes íntimos dessa história, a qual teve como protagonista Paulo Ubiratan.

O diretor, que moldou a estética de clássicos como Tieta e A Próxima Vítima, faleceu em 1998. Segundo Burlamaqui, ele mantinha uma relação de amizade próxima com ela.

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Inclusive, ela chegou a assumir que já havia namorado o diretor durante as gravações de Pedra Sobre Pedra.

Infelizmente, ele sofreu um infarto fulminante que o vitimou durante o ato com uma mulher cuja identidade não foi revelada.

As declarações da atriz pintam o retrato de um homem que vivia a vida com a mesma intensidade que imprimia em suas obras:

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Paula relatou que, conforme confidências de pessoas do círculo íntimo do diretor, ele sofreu o infarto durante o ato sexual com uma parceira, definindo o episódio como uma “morte boa”:

“Eu amava o Paulo, meu amicíssimo, a gente ia jantar sempre. Fiquei tão triste quando ele faleceu e teve um infarto. Mas dizem que ele morreu transando; não sei se isso é verdade. Me falaram que morreu transando com uma gata. Teve uma morte boa.” – Disse ela.

A atriz não poupou franqueza ao descrever o magnetismo de Ubiratan, afirmando que ele se envolvia com diversas atrizes do elenco, mantendo uma presença marcante e galanteadora nos sets de filmagem.

Burlamaqui destacou o carinho que sentia por Paulo, lembrando os jantares e a parceria que transcendia o ambiente de trabalho, o que tornou a perda ainda mais sentida para ela e para a classe artística.

Quem era Paulo Ubiratan?

Paulo Ubiratan não era apenas um nome nos créditos; ele representava a espinha dorsal de sucessos que paravam o Brasil.

Sua carreira começou na TV Tupi, mas foi na Rede Globo, a partir de 1978, que ele consolidou sua genialidade.

Ele iniciou como assistente de direção em O Pulo do Gato e rapidamente ascendeu devido à sua capacidade única de:

  • Gerir elencos complexos;
  • Transformar roteiros densos em fenômenos de audiência.
Um dos últimos trabalhos de Paulo Ubiratan foi na trama de Por Amor, entre 1997 e 1998 (Foto: Memória Globo)
Um dos últimos trabalhos de Paulo Ubiratan foi na trama de Por Amor, entre 1997 e 1998 (Foto: Memória Globo)

O legado de Ubiratan atravessa gerações por meio de obras que inovaram a narrativa visual:

  • Roque Santeiro e Tieta: O diretor ajudou a definir o realismo fantástico e as adaptações literárias que se tornaram ícones da cultura popular;
  • A Próxima Vítima: Com esta trama, ele revolucionou o gênero policial nas novelas, mantendo o país inteiro em suspense sobre a identidade do assassino;
  • Por Amor: No momento de sua morte, aos 51 anos, ele comandava este clássico de Manoel Carlos, que explorava os limites do sacrifício materno.

O que obrigou o Ricardo Waddington a assumir a frente da novela na época.

Por fim, colegas e subordinados descreviam Ubiratan como um líder humanizado, que sabia extrair o melhor de cada ator por meio do diálogo e da proximidade.

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