Somente 6 pessoas no velório: Qual Galã do SBT morreu pobre e esquecido após perder tudo?
Do topo da TV ao adeus com 6 pessoas; Relembre o triste fim de galã que brilhou em novelas do SBT, mas acabou perdendo tudo.
Astro do SBT morreu esquecido após perder tudo (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/TV Foco/YouTube/SBT)
Do topo da TV ao adeus com 6 pessoas; Relembre o triste fim de galã que brilhou em novelas do SBT, mas acabou perdendo tudo
Entre os rostos que moldaram o imaginário popular nas décadas de 70 e 80, o nome de Francisco Di Franco resplandece como o de um dos maiores ícones de sua geração. Ele que chegou a ser eleito o homem mais bonito do país, brilhou intensamente nas telinhas após passagens marcantes pela Globo e também pelo SBT.
No entanto, o desfecho de sua trajetória contrasta drasticamente com o glamour de outrora.
Após perder tudo, o antigo galã passou os seus últimos dias, passou a viver de forma modesta e reclusa.
Quando partiu, o cenário foi marcado pelo esquecimento, tendo apenas seis pessoas presentes em seu velório.
Abaixo, com base em informações do portal Wiki, relembramos a história do ator, o sucesso estrondoso e a guinada que mudou o seu destino.
Quem era Francisco di Franco?
Francisco de Sousa Neto, mais conhecido como Francisco di Franco, foi um modelo, encenador e ator brasileiro de cinema e televisão.
Ele começou a trilhar a sua carreira ainda na década de 50, atuando em circos. Diante de sua presença, ele ganhou espaço e passou a se destacar nos mais variados filmes do cinema nacional, sobretudo em pornochanchadas.
Na televisão, ele atuou em diversas produções da TV Tupi, entre elas como o protagonista-título da telessérie Jerônimo, o Herói do Sertão (1972–73), papel que o tornou muito popular, sobretudo entre as crianças.
Em 1984, Di Franco reviveu o personagem na telenovela homônima, desta vez numa nova versão produzida pelo SBT.
Ao final da década de 80, com cada vez menos convites para atuar, Di Franco passou a trabalhar como apresentador, diretor de produção e show-man em clubes e circos do interior paulista. Em seus últimos anos de vida, trabalhou como servidor público do município de São Bernardo do Campo.
Outras obras em que ele trabalhou:
- O Lamparina (1963);
- Um Certo Capitão Rodrigo (1970) (no papel-título, dirigido por Anselmo Duarte),
- Um Anjo Mau (1971);
- Noiva da Noite (1974);
- O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (1977);
- Iracema, a Virgem dos Lábios de Mel (1979);
- Filho Adotivo (1984).
Conforme mencionamos acima, devido a seu status de galã, Di Franco atuou em diversas pornochanchadas e fez mais de 150 comerciais de TV.
Curiosidades sobre o galã:
- Ação sem dublês: No auge do sucesso de Jerônimo, o Herói do Sertão, Di Franco era conhecido por sua coragem física. Ele fazia questão de realizar a maioria das cenas de luta e galopes arriscados sem o auxílio de dublês, o que reforçava sua autenticidade diante do público;
- Cinema na Boca do Lixo: Além da consagração na TV, ele foi um dos rostos mais requisitados do cinema paulista, especialmente nas produções da região conhecida como “Boca do Lixo”. Trabalhou com diretores lendários como Ozualdo Candeias e Carlos Coimbra, acumulando mais de 15 filmes em seu currículo.
Perdeu tudo
Diferente de muitos colegas de profissão que insistiram em permanecer na mídia a qualquer custo, Francisco optou por uma mudança radical e discreta.
Ele deixou os estúdios de gravação para assumir um cargo como funcionário público na prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
Essa transição retirou seu rosto do cotidiano dos telespectadores e o mergulhou em uma rotina comum, longe dos privilégios e da badalação que cercam a vida de um protagonista de TV.
Embora tenha construído uma história pessoal com dois casamentos e dois filhos, sua vida privada tornou-se um território de reserva absoluta.
Com o passar dos anos e a ausência de novos contratos vultosos na televisão, a fortuna acumulada na época de ouro acabou se dissipando.
Devido a essa nova realidade, o galã passou a viver com rendimentos modestos, incompatíveis com o padrão de vida de outrora.
Quando Francisco Di Franco faleceu?
O ator faleceu em abril de 2001, aos 62 anos de idade, em decorrência de um câncer de pulmão.
Ele enfrentou a doença com a mesma discrição que marcou seus últimos anos de vida, longe da exploração midiática e sem o amparo financeiro dos tempos de grande sucesso.
A despedida de Francisco Di Franco acabou se tornando um reflexo da fragilidade da memória do público e da própria classe artística.
O esquecimento do público, somado à postura estritamente reservada que ele adotou na maturidade, resultou em um velório deserto, com apenas seis pessoas presentes para o último adeus, conforme citamos no começo desse texto.
Mas, para saber mais sobre outros astros e famosos, clique aqui*.
Mais lidas
ver todas- Câncer fatal: A morte devastadora de atriz mais amada da Globo e Ana Maria aos prantos com anúncio de luto
- Copa: Vidente prevê o próximo adversário do Brasil e quem ganhará
- "Ainda choram por mim": Carta psicografada inédita de Dinho, do Mamonas, revela culpado por sua morte
- Lucimara Parisi, braço direito de Faustão, vive assim hoje
- Carta psicografada de Isabella Nardoni após crime brutal tem recado arrepiante para a mãe: “O dia em que voltarei”