Governo estuda calendário do pagamento do 13º salário do INSS e abre possibilidade de antecipar o saque ainda neste ano

O governo federal estuda antecipar o pagamento do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS em 2026. A medida ainda depende de um decreto presidencial.

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Enquanto isso, milhões de beneficiários aguardam a confirmação oficial do calendário. O tema mobiliza aposentados, pensionistas e segurados que recebem auxílios previdenciários.

O INSS paga aposentadorias, pensões por morte e benefícios como auxílio por incapacidade temporária e auxílio-acidente. Todos esses segurados têm direito ao 13º salário.

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13º salário do INSS (Foto: Reprodução – Montagem – TV Foco)

No entanto, quem recebe o BPC não entra na lista. O BPC é o Benefício de Prestação Continuada. Ele atende idosos de baixa renda e pessoas com deficiência que não contribuíram para a Previdência.

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Segundo informações publicadas pela imprensa econômica em fevereiro de 2026, o governo avalia repetir a estratégia adotada nos últimos anos. Ou seja, pagar o 13º ainda no primeiro semestre. Para isso, o presidente precisa assinar um decreto. Esse documento oficial autoriza a mudança no calendário tradicional.

Caso o decreto seja publicado até o início de abril, o pagamento ocorrerá em 2 parcelas. A primeira parcela corresponderá a 50% do valor total. A segunda parcela completará os outros 50%. Assim, o beneficiário receberá o valor integral dividido em 2 depósitos.

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Quais são as datas previstas para o pagamento do 13º salário do INSS?

A previsão atual indica que a primeira parcela será depositada entre 24 de abril e 8 de maio de 2026. Já a segunda parcela deverá cair entre 25 de maio e 8 de junho.

Contudo, o INSS organiza essas datas conforme o número final do NIS. O NIS é o Número de Identificação Social. Ele identifica cada beneficiário nos sistemas do governo.

Além disso, quem recebe até 1 salário mínimo costuma receber antes. Depois, o INSS libera os pagamentos para quem recebe acima do mínimo. Essa divisão organiza o fluxo bancário e evita sobrecarga no sistema financeiro. Por isso, as datas variam de acordo com o perfil do segurado.

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Se o governo não publicar o decreto a tempo, o pagamento seguirá o modelo tradicional. Nesse cenário, o INSS pagará a primeira parcela no segundo semestre. Historicamente, os depósitos ocorrem em agosto e novembro. No entanto, desde 2020, o governo tem antecipado os valores.

O beneficiário não precisa solicitar o 13º salário. O INSS deposita o valor automaticamente na mesma conta onde paga o benefício mensal. Portanto, não existe formulário ou pedido extra. Basta acompanhar o extrato pelo aplicativo ou pelo banco.

Por fim, o pagamento do 13º movimenta a economia. Afinal, milhões de brasileiros usam esse recurso para quitar dívidas, comprar remédios ou organizar despesas. Por isso, a confirmação do calendário gera expectativa. Enquanto o decreto não sai, o governo mantém a previsão, mas ainda não oficializa as datas.