INSS divulga calendário oficial para o mês de dezembro
Aposentados e pensionistas do INSS que recebem até R$ 1.518 precisam redobrar a atenção ao calendário de pagamentos de dezembro de 2025. Um simples descuido pode resultar na perda temporária do dinheiro em 2026.
Primeiramente, o Instituto Nacional do Seguro Social já divulgou o cronograma oficial para o mês de dezembro. Os depósitos seguem a regra tradicional: a data é definida pelo número final do benefício, desconsiderando o dígito verificador.
Para os beneficiários que ganham até um salário mínimo, os depósitos ocorrem entre 22 de dezembro e 08 de janeiro. Confira as datas:
- Final 1 – 22 de dezembro
- Final 2 – 23 de dezembro
- Final 3 – 26 de dezembro
- Final 4 – 29 de dezembro
- Final 5 – 30 de dezembro
- Final 6 – 2 de janeiro
- Final 7 – 5 de janeiro
- Final 8 – 6 de janeiro
- Final 9 – 7 de janeiro
- Final 0 – 8 de janeiro
Quem recebe acima de um salário mínimo
Já os segurados com benefícios acima do piso nacional recebem entre 02 e 08 de janeiro, de acordo com o final do benefício:
- Final 1 e 6 – 02 de janeiro
- Final 2 e 7 – 03 de janeiro
- Final 3 e 8 – 06 de janeiro
- Final 4 e 9 – 07 de janeiro
- Final 5 e 0 – 08 de janeiro
Após a liberação do pagamento, o beneficiário tem até 60 dias para sacar o valor. Porém, caso o dinheiro não seja retirado nesse período, o montante pode retornar ao INSS.
Desse modo, o benefício pode ficar temporariamente suspenso, exigindo regularização através do aplicativo ou site oficial Meu INSS.
Valores do INSS em 2026
Com o final do ano chegando, inúmeros beneficiários já se perguntam sobre os valores do INSS para o ano de 2026.
O Governo Federal confirmou que o salário mínimo em 2026 será de R$ 1.621, um aumento de R$ 103 em relação ao valor atual (R$ 1.518).
Desse modo, o valor mínimo pago pelo INSS em 2026 também sobre para R$ 1.621. O novo valor começa a valer nos pagamentos realizados no fim de janeiro e início de fevereiro.
Porém, o Governo ainda não divulgou qual será o teto do INSS para 2026. Quem recebe acima do salário mínimo não acompanha o mesmo reajuste.
Isso porque, desde a Lei nº 8.213/1991, esses benefícios são corrigidos exclusivamente pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Ou seja, o aumento costuma ser menor do que o reajuste do salário mínimo, segundo informações do Governo Federal.
