Clientes do Nubank, Itaú e outros bancos precisam conhecer os golpes da maquininha de cartão de crédito. Saiba como identificar

Clientes de instituições financeiras como Nubank e Itaú precisam redobrar a atenção contra fraudes financeiras hoje (20). O Banco Central adverte os consumidores sobre o crescimento do golpe da maquininha de cartão de crédito. Criminosos desenvolvem táticas constantes para roubar dados e dinheiro dos usuários durante pagamentos presenciais ou entregas de produtos.

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Nesse sentido, os golpistas utilizam artimanhas variadas para cobrar valores excessivos ou clonar os cartões das vítimas. Ademais, eles conseguem capturar as informações e realizar compras indevidas rapidamente no nome do titular.

Táticas frequentes usadas pelos criminosos

Os infratores aplicam o golpe da troca de cartão quando o cliente digita a senha antecipadamente. Logo, eles desviam a atenção da vítima e devolvem um plástico falso quase idêntico ao original. Como os golpistas já possuem a senha memorizada, eles efetuam diversas transações fraudulentas logo em seguida.

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Além disso, falsos entregadores de aplicativos de delivery cobram taxas extras inexistentes no momento da entrega. Quando o consumidor insere o cartão na máquina, ele autoriza cobranças ocultas ou facilita a clonagem. Por conseguinte, ele perde dinheiro e expõe seus dados bancários aos criminosos sem perceber imediatamente.

Vendedores mal-intencionados também simulam falhas nas transações para cobrar o cliente duplicadamente. Eles alegam erro na primeira tentativa e passam o cartão em um equipamento diferente. Contudo, o sistema bancário processa ambas as cobranças, e o cliente paga duas vezes pelo mesmo item.

Adulterações físicas nos equipamentos

Golpistas fraudam frequentemente os visores dos terminais de pagamento para enganar o comprador. Alguns infratores alegam defeito na tela e pedem para o consumidor verificar o valor no celular do próprio vendedor. Todavia, eles digitam quantias muito maiores no terminal de pagamento físico.

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Outros fraudadores colam adesivos na tela para ocultar zeros extras ou utilizam visores completamente falsos nas máquinas. Consequentemente, o cliente acredita pagar um valor baixo, mas o equipamento registra uma quantia abusiva.

Responsabilidade dos bancos e ações do cliente

A legislação de defesa do consumidor estabelece a responsabilidade objetiva das instituições financeiras nestes casos de fraude. Os bancos devem garantir a segurança das operações financeiras dos seus clientes em qualquer situação. Como que os criminosos exploram falhas sistêmicas, as operadoras de crédito respondem pelos danos causados aos usuários.

Caso o consumidor identifique uma transação suspeita, ele deve bloquear o cartão de crédito imediatamente no aplicativo bancário. Em seguida, ele precisa contatar a operadora, anotar os protocolos de atendimento e registrar um Boletim de Ocorrência policial. Se as empresas negarem ajuda, o consumidor pode buscar reparação judicial.

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Como evitar cair neste tipo de fraude?

Você deve desconfiar de visores quebrados ou cobertos por adesivos durante qualquer tipo de transação comercial. Confira sempre as notificações do aplicativo do seu banco imediatamente após realizar o pagamento presencial.

Ademais, personalize seu cartão físico com adesivos para evitar trocas e nunca entregue o plástico diretamente nas mãos do vendedor.