Vivendo os últimos meses de contrato com o Timão, o atacante Memphis Depay faz novo acordo com a diretoria

O Corinthians atualmente se encontra endividado e busca ponderar as contas para se manter em equilíbrio. Atualmente, seus maiores gastos no elenco trata-se do atacante Memphis Depay, que custa aos cofres alvinegros mais de R$ 3 milhões mensais.

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Vale ressaltar que o vínculo do jogador é válido até junho de 2026 e um acordo entre o atleta e a diretoria acabou sendo selado. De acordo com informações do portal “Sou Timão”, a diretoria do Corinthians junto do Staff do holandês anunciou um novo acordo nos bastidores. A decisão acabou sendo divulgada oficialmente pelo clube.

O Alvinegro acumula uma dívida milionário com o jogador e isso vem deixando um clima tenso nos bastidores. A diretoria novamente deixou de cumprir um acordo firmado com Depay no final do ano passado.

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Segundo o portal Globo Esporte, o Corinthians não teve dinheiro para pagar com o acordo selado em 2025, ao qual previa pagamento de R$ 23 milhões, referentes a luvas e bônus por desempenho, em parcelas mensais de dezembro de 2025 a março de 2026.

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Com isso, após a conquista do título da Copa do Brasil, o clube chega aos R$ 30 milhões devidos ao camisa 10. A atual gestão aponta que o vínculo firmado pela antiga gestão oferece bonificações com o alcance de metas e vitórias em campeonatos, algo fora da realidade financeira do clube e que se torna ‘impossível’ de serem arcadas no momento atual.

Diante desse cenário, o Corinthians agora discute uma nova composição de pagamentos, diferente do parcelamento acordado em 2025 com Memphis Depay e assim fechar um novo acordo com o jogador.

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Situação financeira do Corinthians

Ainda de acordo com informações do Ge, O Timão atualmente lida com uma dívida de R$ 2,8 bilhões enfrenta uma extrema falta de dinheiro. Mesmo com novas receitas, usou os recursos como os ganhos da Copa do Brasil e Paulistão, além de um empréstimo de R$ 70 milhões para quitar dívidas altas como o que devia ao jogador Matías Rojas (R$ 41,3 milhões) e ao clube mexicano, Santos Laguna (R$ 33,4 milhões).

A crise é tão profunda que a diretoria presidida por Osmar Stabile, recusou-se a pagar R$ 1,5 milhão pelo empréstimo do meio-campista Alisson, do São Paulo, mesmo com o negócio encaminhado.

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