Trata-se da empresa de patinetes elétricos Grow, nascida da união entre a brasileira Yellow e a mexicana Grin, marca conhecida que ganhou destaque em meados de 2010, mas enfrentou, assim como muitas empresas, grandes dificuldades na pandemia.
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Grow, empresa de bicicletas e patins tem falência decretada (Foto: Divulgação)
Em meio ao isolamento social e a diminuição da locomoção urbana, a empresa queridinha por muitos brasileiros viu-se obrigada a encerrar sua jornada com um desfecho triste: a declaração de falência pela Justiça.
Após mais de três anos de tentativas de recuperação judicial, a ‘rival da Uber’ admitiu que não conseguiu cumprir seu plano e não enxerga uma saída para retomar suas atividades.
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Diante desse triste cenário, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, de São Paulo, decretou a falência, assegurando aos credores a reconstituição dos direitos originais.

Grow tem falência decretada (Foto: Intenet)
As dívidas, que somavam R$ 38 milhões, foram impactadas por desafios como maior regulação, concorrência acirrada, redução das margens de lucro e os impactos da pandemia, que paralisou os serviços de compartilhamento.
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Ex-funcionários e fornecedores, com mais de R$ 8 milhões em direitos trabalhistas e cerca de R$ 30 milhões em dívidas com empresas fornecedoras, compõem a lista de credores, destacando-se a Caloi Norte como a principal credora com R$ 15,4 milhões a receber.
Como a Uber surgiu?
A Uber foi fundada em 2009 por Garrett Camp e Travis Kalanick em São Francisco, Califórnia. Inicialmente concebida para oferecer um serviço de transporte mais acessível, segura e eficiente.
A empresa lançou um aplicativo que permitia aos usuários solicitar carros com motoristas particulares via smartphone. Inicialmente, a Uber enfrentou desafios regulatórios e críticas, mas expandiu globalmente, introduzindo diversos serviços, como UberX, UberPOOL e UberEATS.