Venda confirmada por R$ 11 bilhões: Maior plano de saúde do Brasil deixa 5 milhões de clientes apreensivos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Maior plano de saúde do Brasil dá adeus a mais de 5 milhões de clientes (Foto: Internet)
Maior plano de saúde do Brasil é vendido por R$ 11 bilhões
Plano de saúde é um serviço que fornece atendimento na área da saúde, por meio de exames, consultas e procedimentos, mediante o pagamento de um valor mensal pelo cliente. Dessa vez, por exemplo, vamos falar sobre um dos maiores convênios do Brasil que deixou 5 milhões de clientes apreensivos.
Isso porque a empresa que gerencia o Plano de Saúde foi vendida. Dessa forma, os clientes agora ficaram apreensivos com uma possível perda de seu plano de saúde. Mais de 5 milhões de usuários, podem dar adeus ao convênio neste ano. A transação foi concluída em dezembro do ano passado e as mudanças já estão valendo desde o início deste ano.
Segundo as informações divulgadas pelo portal ‘Investing Br’, o empresário José Seripieri Filho, o Junior, que fundou a Qualicorp e a Qsaúde, comprou a Amil, operadora de planos de saúde, que pertencia ao UnitedHealth Group (UHG), por R$ 11 bilhões, segundo pessoas que acompanharam a transação.
Amil é um dos grandes planos de saúde do Brasil (Reprodução: Internet)
Conforme divulgado pela ‘CNN’, a Amil vinha sendo disputada também pelo empresário Nelson Tanure, da operadora Alliança, e pelo fundo de private equity americano Bain Capital, que já foi acionista relevante da NotreDame Intermédica no País.
Na maior transação de fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês) feita no País entre uma única pessoa física e uma companhia, Junior pagará R$ 2 bilhões ao UHG e assumirá passivos de cerca de R$ 9 bilhões. O valor total, porém, pode ser maior devido a eventuais contenciosos.
Essa foi a estratégia da oferta de Junior, que assume o negócio de “porteira fechada”, mesmo com o risco de enfrentar eventuais gastos maiores no futuro.
Ilustração plano de saúde (Foto: Reprodução / Freepik)
O que muda aos clientes?
Segundo informações do portal ‘Money Times’, para o alívio de 5,4 milhões de beneficiários da rede, a mudança de gerência não pode impor mudanças e reajustes, visto que por lei, o cliente tem direito a permanecer usufruindo daquilo que contratou com a companhia.
Conforme o Procon-SP ao jornal Estadão, os clientes estão sob amparo da lei, em vista da manutenção do padrão de qualidade, quantidade e localização dos serviços prestados.
“Nessas situações de aquisição parcial ou total da carteira, o fornecedor que está absorvendo a empresa de planos de saúde deve manter as mesmas condições do plano e do contrato firmados”, afirma o diretor jurídico da Fundação Procon de São Paulo, Robson Campos.