Fique por dentro de rival do McDonalds que luta pra sobreviver e pede ajuda ao Itaú e Santander, com risco de falência

O McDonalds, um dos maiores e mais tradicionais pontos de fast-food do país e do mundo, com milhões de clientes fiéis e que compram os seus lanches todos os dias, viu um grande rival podendo dar adeus ao mercado, pedindo socorro até mesmo ao Itaú e Santander, correndo o risco de ir à falência.

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As informações são do site “exame.com”, o qual informou no dia 08 deste mês, que o grupo de restaurantes Madero anunciou uma emissão de dívida com condições mais favoráveis, para reverter de vez a sua grave situação no setor.

De acordo com a fonte, o rival da McDonalds vai tomar R$ 500 milhões em notas comerciais escriturais com uma taxa de CDI + 3,85% ao ano, com uma redução para CDI + 2,75% a partir de abril do ano que vem, com 5 anos de prazo da dívida, com a ajuda do Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e BTG.

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O intuito do pedido de socorro aos bancos é de pagar a parte mais cara de sua dívida e reforçar o caixa da empresa, que corre o risco de ir à falência caso a sua situação não se resolva logo, o que seria um golpe cruel com milhares de clientes e frequentadores do restaurante, que já tem anos de tradição.

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Além disso, R$ 420 milhões desse empréstimo serão destinados a pagar uma dívida que a empresa possui, com taxa de CDI+6,5%, e ao final do primeiro trimestre de 2024, essa era a grave situação de quase metade da dívida bruta do grupo, de R$ 980,7 milhões, quase R$ 1 bilhão aos credores.

Nesse contexto, Ariel Szwarc, CFO do Madero, comentou sobre o negócio, afirmando:

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“Com uma situação financeira muito melhor e um custo de financiamento menor pela frente, vamos poder retomar gradativamente a expansão a patamares que tínhamos no passado. Mas ainda é muito prematuro”, disse o CFO, que luta contra a falência.

Quais são os maiores bancos do mundo?

Segundo as informações do site “portalinsights.com”, estes são os 10 bancos mais ricos na atualidade, com fortunas que vão de mais de US$ 100 bilhões até quase US$ 500 bilhões de dólares:

J.P. Morgan (US$ 491,8 bilhões)
Bank of America (US$ 266,5 bilhões)
Industrial and Commercial Bank of China (US$ 238,1 bilhões)
Wells Fargo (US$ 178,7 bilhões)
Agricultural Bank of China (US$ 175,6 bilhões)
Bank of China (US$ 169,8 bilhões)
HDFC Bank (US$ 1560, bilhões)
HSBC (US$ 155,9 bilhões)
Morgan Stanley (US$ 153,1 bilhões)
China Construction Bank (US$ 152,1 bilhões)