Tente não se impactar ao saber detalhes sobre o estouro de cofres da instituição, para adquirir outro banco tradicional brasileiro
Como todos sabem, o Itaú é o maior banco privado do Brasil e maior conglomerado financeiro do hemisfério sul, com sede na cidade de São Paulo e com filiais por todo o Brasil.
Dessa forma, sendo uma empresa de tamanha magnitude, você saberá agora detalhes sobre o estouro de cofres do Itaú para comprar um banco tradicional brasileiro por uma verdadeira fortuna.
As informações são do portal Folha de S. Paulo, e vamos falar sobre quando o Itaú comprou o Banco Banerj S.A. por R$ 311,1 milhões, em leilão na Bolsa de Valores do Rio. Esta compra, vale dizer, aconteceu no ano de 1997, contudo, é fato que merece ser lembrado com direito a detalhes.
De acordo com a fonte, foi a primeira privatização de um banco estadual no Brasil. Dessa forma, na época em que fez a aquisição, o Itaú foi o único a apresentar proposta, e o preço foi 0,35% acima do mínimo de R$ 310 milhões. Todavia, o comprador gastou cerca de R$ 160 milhões para encerrar as negociações, segundo a Folha de São Paulo.
A explicação é que o pagamento foi feito com “moedas podres” (títulos de dívidas públicas). Assim, os papeis foram negociados no mercado com um desconto médio de 50% sobre seu valor original.
Ainda de acordo com a fonte, o leilão do Banerj foi realizado na modalidade de entrega de envelopes fechados pelos candidatos e durou apenas três minutos, de 14h39 a 14h42.
Assim, prestes a fim do leilão, o Itaú foi lá e entregou a sua proposta. Dessa forma, o Banco Banerj foi privatizado após duas tentativas frustradas em dezembro de 96 e depois de uma espera de nove dias, iniciada no último dia 17.

Banco Itaú - Foto Reprodução: Internet

Banco Itaú - Foto Reprodução: Internet

Fachada de agência do banco Itaú- Foto Reprodução Internet
Já sobre o Banco Itaú, ele segue sempre o mesmo gigante e líder de mercado de muitas décadas.
Quantos clientes tem o Banco Itaú?
O banco conta com 65 milhões de clientes pessoa física, 25 milhões de correntistas, mais de 2 milhões de pessoa jurídica.
