R$4 bilhões em dívidas e beira da falência: A triste situação que rival tradicional da Heineken está vivendo

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

27/06/2023 às 14:47 · Tempo de leitura: 3 minutos

Pessoas servido cerveja em copo de buteco ao lado de balde cheio de Heineken - Foto Reprodução Internet

Tente não se impactar ao saber da triste situação que rival tradicional da Heineken está vivendo, com R$4 bilhões em dívidas e a beira da falência

E a famosa empresa rival tradicional da Heineken, conhecida e querida por todos que consomem seus produtos, está vivendo triste situação com R$4 bilhões em dívidas e a beira da falência.

Ela que se consagrou como uma das maiores do país, com suas cervejas produzidas chegando em segundo lugar no ranking brasileiro, em setembro de 2011, agora, está vivendo uma triste situação, acumulando R$4 bilhões em dívidas e ficando à beira da falência.

Estamos falando do Grupo Petrópolis, que produz as marcas de cerveja Itaipava, Cabaré, Petra, Crystal, Lokal, Black Princess, Weltenburger, Brassaria Ampolis e várias outras, e que apresentou recentemente, pedido de recuperação judicial, para evitar o vencimento de uma dívida de R$ 105 milhões.

Segundo informações do portal “Money Times”, o Grupo Petrópolis, por estar com dívidas de cerca de R$ 4 bilhões.

De acordo com o portal Exame, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial em março de 2023, afirmando dever R$ 2 bilhões com obrigações financeiras e de mercados de capitais, e R$ 2,2 bilhões, com terceiros, totalizando o valor de R$ 4,4 bilhões.

Não é um caso isolado

Vale dizer que o caso da empresa não é um caso isolado, pois o ano de 2023 tem se mostrado muito difícil para algumas empresas brasileiras que vem passando por dificuldades financeiras, e segundo o Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian, entre janeiro e fevereiro, os pedidos de recuperação judicial subiram 59,8%.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, comentou sobre o assunto, falando sobre a estagnação econômica do país, que combinada com a inflação e os juros altos, influenciam na alta da inadimplência, quando disse:

“No caso dos empreendimentos, por acumularem uma quantidade enorme de dívidas, acabam entrando em risco de insolvência e alimentando as estatísticas de falências e de recuperações judiciais”, disse o economista.

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Quantas empresas faliram em 2022?

Segundo o portal “gov”, o Brasil registrou o fechamento de 1.695.763 empreendimentos em 2022.

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