R$65M e chapéu do Palmeiras: Ceni sofre rasteira de Leila por camisa 9 no Bahia

R$65M e chapéu do Palmeiras: Ceni sofre rasteira de Leila por camisa 9 no Bahia; veja as novidades no futebol

30/05/2025 às 17:03 · Tempo de leitura: 5 minutos

R$ 65 milhões e chapéu do Palmeiras: Rogério Ceni e o Bahia sofrem rasteira de Leila Pereira

O Bahia acreditou ter dado um chapéu histórico no Palmeiras ao contratar Luciano Rodríguez. No entanto, a realidade foi diferente: o Tricolor Baiano acabou se dando mal e, sem querer, fez um favor ao Verdão.

O atacante uruguaio, que chegou ao time comandado por Rogério Ceni como grande promessa, atravessa uma fase complicada e ainda não conseguiu se firmar.

Luciano começou a temporada como titular absoluto sob o comando de Rogério Ceni. Porém, desde abril, passou a alternar entre o banco e o time principal. Seu desempenho está abaixo do esperado: marcou apenas um gol na Copa Libertadores da América e já soma 17 partidas consecutivas sem nenhuma participação direta em gols.

Na tentativa de mudar a sorte, o uruguaio até trocou de número: deixou a camisa 17 e agora veste a 9. A mudança, no entanto, ainda não surtiu efeito dentro de campo.

A contratação de Luciano Rodríguez custou caro aos cofres do Bahia, administrado pelo Grupo City. O clube pagou US$ 12 milhões — cerca de R$ 65,3 milhões na época — por 70% dos direitos econômicos do jogador, tornando-se a transação mais cara da história do futebol nordestino.

Palmeiras já quis Luciano Rodríguez?

Antes de o Bahia fechar a contratação, o Palmeiras, presidido por Leila Pereira, demonstrou interesse e chegou a se reunir com representantes do Liverpool-URU para discutir a negociação. Luciano havia impressionado a comissão técnica de Abel Ferreira durante os confrontos da fase de grupos da Libertadores de 2024.

Contudo, as tratativas não avançaram. Assim, o caminho ficou livre para o Bahia seguir com a compra, acreditando ter aplicado um chapéu no clube paulista.

Agora, com o desempenho abaixo do esperado, o episódio acabou se transformando em uma rasteira no projeto de Rogério Ceni, enquanto o Palmeiras se livrou de um alto investimento que, até o momento, não deu retorno.

O caso evidencia mais uma vez como o futebol pode ser imprevisível, mesmo quando grandes cifras e expectativas estão em jogo.

Conclusão

O Bahia investiu pesado em Luciano Rodríguez, mas o atacante ainda não correspondeu às expectativas. Enquanto Rogério Ceni lida com a má fase do jogador, o Palmeiras se esquivou de um investimento arriscado. O episódio reforça a imprevisibilidade das contratações no futebol.

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