Casos de infestação por ratos e insetos geram paralisações em massa de unidades de uma rede famosa de restaurantes e acende o alerta da Vigilância local

E uma famosa rede de restaurantes japonesa, nº1 e conhecida por suas tigelas de gyudon (carne com arroz), virou centro de uma crise sanitária que forçou a empresa a fechar a maioria de suas quase 2 mil unidades no Japão.

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Trata-se do Sukiya, a qual acendeu um alerta na Vigilância local do país após consumidores flagrarem insetos e até um rato em pratos servidos em lojas da rede.

Sendo assim, a partir de informações do portal CNN, a equipe especializada em fiscalizações e serviços do TV Foco traz abaixo todos os detalhes da operação japonesa para conter a contaminação.

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MAS ATENÇÃO! Antes de prosseguirmos com a matéria é bom deixar claro que esses fatos atingiram somente algumas unidades do Japão.

Portanto, nos demais países em que ela opera, seguiu seu fluxo normalmente e sem nenhum agravante que a desabone.

Rede Sukya no japão sofre com incidente envolvendo contaminação por ratos e insetos (Foto Reprodução/Redes sociais)
Rede Sukya no japão sofre com incidente envolvendo contaminação por ratos e insetos (Foto Reprodução/Redes sociais)

O que rolou?

  • Ainda no final de janeiro de 2025, um rato foi encontrado dentro de uma tigela de sopa de missô em uma unidade localizada em Tottori, no oeste do Japão.
  • No entanto, no dia 28 de março de 2025, outro caso veio à tona: um inseto foi identificado dentro de um prato servido em uma filial na região metropolitana de Tóquio.
  • A imagem do rato, registrada em janeiro, circulou por semanas nas redes sociais, aumentando a pressão pública, mas só em março a rede admitiu oficialmente o caso.
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Rato morto encontrado no prato de um cliente em uma unidade do Japão em janeiro de 2025 (Foto Reprodução/O Globo)
  • A empresa prontamente se desculpou de forma pública e anunciou, no dia 29 de março que a maioria das suas unidades no Japão permaneceria fechada do dia 31 de março a 4 de abril para realizar desinfestação e reforço nos protocolos de segurança alimentar.

Assim, as lojas afetadas realizaram fechamento imediato e passaram por inspeção sanitária e dedetização.

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Resposta da Sukiya e medidas adotadas

Conforme mencionamos acima, a Sukiya emitiu comunicados oficiais e utilizou suas redes sociais para tentar conter a crise:

“Levamos essa situação a sério e sinceramente. Faremos o máximo para manter um ambiente seguro e limpo” – Declarou a empresa via X ( Antigo Twitter).

A Sukiya informou que o cliente prejudicado no caso de Tóquio recebeu reembolso total e que investiga a origem da contaminação.

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Após o episódio com o rato, a rede reconheceu que houve falha humana, ao que tudo indica, um funcionário não verificou o prato antes de servir.

Em 22 de março, a companhia já havia anunciado a revisão e implementação de medidas adicionais para impedir a entrada de pragas e roedores.

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A rede possui mais de 680 unidades fora do Japão e é considerada o império do Gyudon e demais pratos quentes (Foto Reprodução/Sukya)

Um império do gyudon:

Com presença em mais de 680 unidades fora do Japão, a Sukiya opera atualmente em demais países como:

  • China;
  • Taiwan;
  • Tailândia;
  • Brasil.

A rede, que pertence ao conglomerado Zensho Holdings, atualmente o maior no segmento de gyudon em seu país de origem.

Ao lado da rival Yoshinoya, a rede ocupa posição de destaque no mercado asiático de fast-food.

O caso do rato do Sukya no Japão respingou em outros países?

Conforme citamos um pouco mais acima, apesar da repercussão, como as unidades brasileiras, da Sukiya não registraram qualquer incidente e seguem operando normalmente.

E, por enquanto, não há indícios de que o problema se estenda para fora do Japão.

Conclusão:

A popular rede de restaurantes Sukya, fechou as portas de uma série de unidades, do 31 de março a 4 de abril, para resolver problemas de contaminação e infestações de pragas no Japão.

A empresa correu para resolver a questão, enquanto autoridades sanitárias japonesas mantinha o monitoramento rigoroso sobre a rede.

O caso expôs falha humana, no entanto, não respingou em demais países.

Mas, para saber mais sobre outros casos e até decretos da ANVISA, clique aqui. *