13º salário tem novos valores para o ano de 2026

O reajuste dos benefícios do INSS em 2026 também impacta diretamente o 13° salário de aposentados e pensionistas.

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Com as novas regras, o valor do abono anual passa a variar de R$ 1.622 (piso previdenciário) até R$ 8,475,55 (teto do INSS). Esse valor é o total bruto, ou seja, sem a aplicação dos descontos legais, como o Imposto de Renda quando houver.

O benefício mínimo acompanha o novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621, o que representa um aumento de 6,79% e um acréscimo de R$ 103 em relação ao ano anterior.

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Já os benefícios acima do salário mínimo receberam reajuste de 3,90%, de acordo com informações do governo federal.

Com essa atualização, o teto dos benefícios do INSS foi levado para R$ 8.475,55. O reajuste também vale para outros auxílios e pensões especiais.

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Valores de referência para o cálculo

A portaria que oficializa o reajuste estabelece novos limites para os cálculos. Desse modo, desde 1° de janeiro de 2036:

  • O salário de benefício (base de cálculo da aposentadoria e de outros benefícios) e o salário de contribuição não podem ser inferiores a R$ 1.621,00 nem superiores a R$ 8.475,55.

Como funciona o 13° salário do INSS?

O 13° salário acompanha o valor do benefício e é pago para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílio-doença, auxílio-acidente e auxílio-reclusão.

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No entanto, beneficiários do Benefício de Prestação Continuada não recebem o abono anual.

O pagamento ocorre em duas parcelas:

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  • Primeira parcela: corresponde a 50% do valor total
  • Segunda parcela: o restante do valor, que pode ter desconto do Imposto de Renda, quando aplicável

O cálculo do abono considera 1/12 do benefício por mês recebido no ano.

Por exemplo, quem recebeu o benefício desde janeiro tem direito ao valor integral. Quem começou depois recebe proporcional.

Imposto de renda

De acordo com o governo federal, passam a ficar totalmente isentos do imposto de renda os beneficiários cuja renda mensal total não ultrapassar R$ 5 mil. A renda de até R$ 7.350 terá redução progressiva enquanto demais valores sobre tributação.

Calendário

Pelo calendário oficial, a primeira parcela ocorre entre agosto e setembro. A segunda parcela ocorre entre novembro e dezembro.

No entanto, desde 2020, o governo federal adota a antecipação do benefício. A medida busca estimular a economia e aliviar o orçamento.

Até o momento, o governo federal não confirmou oficialmente se acontecerá a antecipação em 2026. Mas, a expectativa é grande.

Se o governo mantiver o padrão recente, o decreto pode antecipar o abono para abril e maio.

Novas faixas de contribuição

Além disso, o reajuste também trouxe mudanças nas alíquotas de contribuição para trabalhadores, variando conforme a renda salarial:

  • 7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00;
  • 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84;
  • 12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27;
  • 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.

Por fim, a medida também influencia no pagamento para MEIs. O valor é tabelado e representa 5% do novo salário mínimo, de R$ 1.621:

  • O MEI em geral vai pagar entre R$ 81,05 e R$ 87,05 por mês, a depender da atividade exercida.
  • O MEI Caminhoneiro pode pagar entre R$ 194,52 e R$ 200,52, conforme o tipo de carga transportada e o destino.