André Azeredo foi um dos últimos apresentadores do SP No Ar (Foto: Reprodução)

André Azeredo foi um dos últimos apresentadores do SP No Ar (Foto: Reprodução)

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A Record, em mais uma reformulação no seu jornalismo, resolveu extinguir um dos seus principais jornalísticos, o clássico SP no Ar

Um dos telejornais mais duradouros da história da Record, o SP no Ar chegou ao fim na manhã desta sexta-feira (15), quando teve seu último programa exibido na emissora paulista. A extinção do programa é uma tentativa do canal de reformular o seu jornalismo, agora sob a direção de Antonio Guerreiro após a saída de Douglas Tavolaro.

Mas engana-se quem acha que a Record se mobilizou para criar um novo programa e substituir a atração. A partir dessa segunda-feira (18), o canal aproveitará a já consolidada marca Balanço Geral, fazendo com que o programa fique com quase quatro horas de exibição apenas pela manhã, sem contar a edição vespertina.

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A partir das 5h, entra no ar o Balanço Geral Manhã, com edição que é exibida para todo o Brasil. A partir das 7, substituindo o antigo SP no Ar, entra o Balanço Geral regional. Em São Paulo, Balanço Geral São Paulo. Dessa forma, o canal pretende não quebrar público e possibilitar uma transição de programas sem “passagem”.

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André Azeredo assumiu recentemente o SP no Ar. (Foto: Antonio Chahestian/Divulgação Record TV)

O SP no Ar estreou em 2015 e completou 16 anos em 2019. A atração ganhou o atual modelo em 2005 e padronizou os jornalísticos locais como a Globo sempre fez com o Bom Dia Praça. O nome da atração se deve ao fato de que a atração em seu início era apresentada direto de um helicóptero que sobrevoava os principais pontos de São Paulo.

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Entre os nomes que já passaram pelo comando da atração, o maior destaque cabe para o jornalista Luciano Facciolli, cuja história na TV se confunde com a do SP no Ar. Também deixou sua marca no programa Reinaldo Gottino, que recentemente não renovou seu contrato com a Record e foi para a CNN Brasil.

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