O apresentador Marcos Mion na final de "A Casa" (Foto: Reprodução/Record)

O apresentador Marcos Mion na final de “A Casa”
(Foto: Reprodução/ Record)

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Muita gente se surpreendeu quando a Record anunciou a produção de um dos realities mais polêmicos do mundo, “Get the F*ck Out of My House”. Era um sinal que a Record finalmente separaria a sua situação com a da Igreja Universal e apostaria em outros temas mais pesados.

No entanto, não foi exatamente isso que aconteceu, pelo contrário. A emissora censurou todas as cenas que envolvessem sexo, brigas e palavrões, que não foram levadas ao ar, como informa o jornalista Flávio Ricco.

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Sujeita ao que recomenda a Igreja Universal do Reino de Deus, o formato foi totalmente descaracterizado e explica o fracasso na audiência, já que estas situações de conflito são as maiores graças do formato. A anunciada segunda edição deve repetir essa água com açúcar e de quebra a baixa audiência.

Percebendo isso, executivos da emissora pediram o fim da atração. No entanto, a TV dos Bispos insistirá em mais uma edição, em 2018.

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Marcos Mion apresenta “A Casa”. (Foto: Reprodução)

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