Record diz que não se responsabiliza pelo sucesso de vencedor do "Ídolos"
Após quatro temporadas sem emplacar nenhum cantor de sucesso nacional, o reality show “Ídolos” da Record volta no próximo dia 4 de setembro com uma estratégia nova para alavancar a carreira de seu próximo vencedor: um prêmio de R$ 500 mil. “Essa é a diferença dessa edição. As anteriores não tinham esse prêmio para que o vencedor possa investir em sua carreira. Porque de nada adianta ter um disco na praça e não ter grana para investir. Ele terá oportunidade de, em vez de usar o dinheiro para salvar sua família, usá-lo como capital inicial”, disse a cantora Fafá de Belém, nova jurada do programa.
Outra ressalva foi feita por Mafran Dutra, presidente do comitê artístico da emissora, durante a entrevista coletiva de lançamento da atração. “O ‘Ídolos’ não tem como objetivo formar um artista, mas dar oportunidade para que essa pessoa mostre seu trabalho para o mercado fonográfico.” Não há cláusula, no entanto, que obrigue o candidato a usar o dinheiro especificamente na carreira musical.
Além disso, destacou Dutra, como a indústria fonográfica brasileira é muito atrelada à televisão, as gravadoras têm medo de investir no artista e, de quebra, acabarem promovendo a emissora.
UOL Televisão
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