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Onde antes víamos o seriado CSI, ontem tivemos a descontração do stand-up. Após desfilar por todas as emissoras, optei por algo mais rápido, divertido, que distraísse fazendo rir. Parei na Record. Um programa leve ajuda a relaxar, se preparar para boa noite de sono. CSI, apesar de ser ótima série, jogava com a morte, pesquisas para resolver crimes. Bom, mas inadequado. Acertou a rede, mirou no descanso, não precisou investir milhões, trouxe a cara do brasileiro para nossa tela.
Acertaram em outro ponto, o festival de stand-ups agrada toda a família. Pai, avós, filhos, todos podem assistir juntos. Se olham durante boas risadas, comentam nos intervalos. Isso dá argumentos para optarem pelo mesmo programa no dia seguinte. A emissora tem que pensar nisso, também. Fazer algo onde todos aceitem assistir, onde a lembrança de um é apoiada por outros. Assim estão as novelas globais, hoje. Antes eram foco feminino, atualmente os homens gostam de comentar, ver as belas desfilando, seguir a trama de personagens padeiros, mecânicos, malandros.
A Record está tentando recuperar seu público. Semana que vem trarão a Inglaterra e as Olimpíadas para o Brasil, o esforço será válido. Só resta saber se a reapresentação de standups é estratégica para atrair público ou diminuir custos devido a alguma crise.
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