Foto: divulgação/TV Record.

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Mais uma notícia gerada pela economia que a Record vem tentando fazer nos últimos meses. E mais uma vez, a atitude da emissora desagrada aos funcionários.

O fato é que o canal de Edir Macedo, após cortar farmácias de sua sede da Barra Funda e terceirizar o máximo de conteúdo e de produção possíveis, agora está obrigando funcionários, jornalistas e artistas menos graduados a viajarem de carro para o Rio de Janeiro, Curitiba e cidades do interior de São Paulo e sul de Minas Gerais.

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Detalhe: todas essas cidades tem aeroportos. Segundo o jornalista Daniel Castro, o intuito é economizar. No entanto, alguns funcionários consideram essa economia um tanto “burra”.

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Isso porque a viagem rodoviária toma um tempo em que poderiam estar produzindo.  Nesta semana, por exemplo, o personagem “Morte” e Anão Marquinhos, do Domingo Show, tiveram que ir ao Rio em um carro da locadora que serve a emissora.

Eles foram cobrir o Prêmio Multishow, na terça-feira (25) e levaram pouco mais de cinco horas na ida. Porém, na volta, o trajeto consumiu nove horas, porque o carro que os trouxe não podia entrar em São Paulo entre 7h e 10h, devido ao rodízio municipal de veículos.

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E a economia não para por aí: para não gastar com hotel, o motorista que levou a dupla ao Rio voltou para São Paulo no mesmo dia. Eles usaram um outro carro para retornar. A equipe técnica que os acompanhou no evento do Multishow era do Rio.

Vale dizer que meses atrás, em julho, a Record já tinha surpreendido seus funcionários com o corte de passagens aéreas. Cerca de 200 pessoas foram deslocados de ônibus de São Paulo para o Rio, para cobrir a Olímpíada.

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