Falência e crise: As grandes redes de supermercados que devem fechar as portas e sumir das ruas do Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Redes de supermercados estão passando por crise - Foto Reprodução Internet
Redes de supermercados que devem fechar as portas
Não precisa ser um grande entendedor do assunto para chegar a conclusão que a pandemia da Covid-19 deixou a economia em todo o mundo desestruturada. Várias empresas fecharam as portas e a situação caótica não para de piorar. Dessa vez, vamos falar de duas redes supermercados.
As empresas correm o sério risco de fechar as portas. Para quem não sabe, estamos falando sobre as redes de supermercado BIG e Makro. As duas, que são consideradas gigantes do varejo nacional, conhecidas há anos pelos consumidores brasileiros, estão tendo, atualmente, inúmeros problemas financeiros.
A BIG deve deixar o Brasil, enquanto a Makro acabou de ser comprada pelo seu maior concorrente, o Carrefour. Vale lembrar que a rede holandesa Makro está ativa no Brasil desde o ano de 1972. A companhia tem vendido várias unidades em todo o território nacional, sinalizando uma grave crise financeira.
Rede de supermercado Makro dará adeus ao Brasil (Foto: Reprodução/ Internet)
Em janeiro, o grupo vendeu 16 lojas e 11 postos de combustíveis para a rede paranaense Muffato. A BIG, que é uma rede que teve um grande sucesso no país nos anos 2000, também sofreu uma crise financeira e acabou sendo vendida pelo já falado Carrefour. Vale lembrar que operação se deu em maio de 2022.
Quais os valores das negociações?
Logo depois, a empresa fechou inúmeras lojas em todo o Brasil. Das 16 lojas e 11 postos de gasolina vendidos pela rede Makro, três imóveis negociados ficavam na capital de São Paulo, sendo três na capital e os dez restantes no interior do estado. Em 2020, uma parte das lojas, foram vendidas ao grupo Carrefour.
Quanto ao supermercado BIG, passou por uma crise financeira e acabou sendo vendido também para o Grupo Carrefour. A compra recebeu a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Em síntese, a rede francesa de supermercado gastou com a transação cerca de R$7,5 bilhões.
Grupo BIG – Foto Reprodução Internet
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