Gottino paralisa Cidade Alerta e perde o chão com morte trágica aos 26 anos na Record: “Achado morto”

Reinaldo Gottino no Cidade Alerta e imagem de luto (Fotos: Reproduções / Record / Canva)
Reinaldo Gottino confirma morte misteriosa no Cidade Alerta
Na última terça-feira, 01, Reinaldo Gottino paralisou o Cidade Alerta, da Record, com uma notícia: a trágica morte de um homem aos 26 anos.
Durante o telejornal, o apresentador atualizou as informações sobre a morte do manobrista Wellington, 26 anos, que segue sem explicações.
“Um mistério envolvendo a morte de Wellington, 26 anos, manobrista”, iniciou Reinaldo Gottino com a voz abalada.
Em seguida, o jornalista reforçou que Wellington passou a trabalhar aos finais de semana desde o nascimento do primeiro filho, que está com 5 anos.
“Ele saía de Itapevi para trabalhar em uma balada na Vila Olímpia, na Zona Sul de São Paulo. Para retornar para casa, ele fazia sempre o mesmo trajeto e ele ia de trem”, falou o âncora sem chão.
No sábado, a família denunciou o desaparecimento do jovem, que foi encontrado morte em um córrego em São Paulo.
“Foi nesse caminho para pegar o trem que o corpo foi achado morto, uma morte misteriosa em São Paulo. Só que não tinha motivo para ele se aproximar de um córrego, muito menos pular por conta própria”, admitiu Reinaldo Gottino.
Reinaldo Gottino lamenta morte
Em seguida, Reinaldo Gottino reforçou que a família pede respostas do que ocorreu.
Porém, para piorar a situação, o laudo do IML deu inconclusivo.
De acordo com um amigo do trabalho, Wellington saiu por volta das cinco horas da manhã no sábado.
O amigo ressalta que Wellington não brigou com funcionários e nem mesmo com clientes.

Vizinhos não ouviram nada
Moradores do local reforçam que não ouviram sons suspeitos, que poderiam indicar um assassinato.
Além disso, moradores relatam que o córrego não possuí forças suficientes para movimentar o corpo.
Desse modo, a queda teria acontecido no trecho em que o jovem estava.
A Record analisou as câmeras de segurança no local, mas não encontraram movimentos suspeitos.
Por fim, o IML ressaltou que dará exames complementares sobre a morte daqui a 90 dias.