Renan "ressuscita" em pleno julgamento de Duda em O Outro Lado do Paraíso

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

08/01/2018 às 17:40 · Tempo de leitura: 3 minutos

Marcello Novaes e Gloria Pires na novela (Foto: Divulgação/Globo)

Marcello Novaes retorna para a novela (Foto: Divulgação/Globo)

Depois de muito sofrimento ao longo de mais de uma década, a personagem Duda (Gloria Pires) terá um momento de paz na atual novela das nove, O Outro Lado do Paraíso. Renan (Marcello Novaes), um dos principais responsáveis por todos os desastres de sua vida, “ressuscita” na trama e depõe a seu favor.

Ele tentará se reconciliar com ela ao aparecer na cidade e será levado por Adriana (Julia Dalavia) ao tribunal. Mesmo sem perdoar a mãe, ela sairá em sua defesa e fará com que o homem diga que não foi ela a responsável pelo acidente que o deixou hospitalizado. Na época, Duda/Elizabeth achou que ele tivesse morrido.

Segundo informa o colunista Daniel Castro, a advogada afirma: “No decorrer do julgamento da ré, ela mesma confessou um suposto crime. A sua morte, por acidente. Como explica? A ré acredita que tenha falecido. Mas está aqui, vivo!”. Renan então aparece e revela toda a verdade sobre o crime.

Ele dirá que Natanael (Juca de Oliveira) usou para ameaçar a nora: “Foi importante na minha vida. Mas breve demais. Ela foi me visitar. Separou-se. Não me conformei, discutimos. Eu tentei beijá-la à força. Ela não permitiu. Eu mesmo perdi o equilíbrio. Caí. Acordei no hospital. A batida de cabeça foi forte”.

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“Tive concussão cerebral. Amnésia parcial durante meses. Saí do hospital e soube das notícias da morte da Bete. Por isso, nunca a procurei. A doutora Adriana me procurou ontem. Contou que Bete poderia ser condenada por… Minha morte. Eu não podia permitir. Vim imediatamente”, completa.

Adriana explica que a primeira morte não pode provar que ela matou Laerte (Raphael Vianna): “A promotoria tentou passar a imagem da acusada como assassina contumaz. Afirma que matou o primeiro amante, mas ele está vivo. Que a morte do primeiro seria equivalente a uma prova do assassinato do segundo”.

“Desse último, só há provas circunstanciais. Nem a tesoura, considerada arma do crime, tem as impressões digitais da ré. O que se viu aqui foi uma comédia montada pelo senhor promotor para incriminar uma inocente. Senhores jurados, conto com seu senso de justiça”, pedirá. A ré será considerada inocente.

As cenas estão previstas para irem ao ar no dia 26 de janeiro.

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