"Substâncias cancerígenas": Renata Vasconcellos para JN com proibição URGENTE da Anvisa de produto popular
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Renata anuncia proibição da Anvisa de produto popular durante JN (Reprodução/Montagem/Globo/Canva)
Renata Vasconcellos anuncia proibição da Anvisa de produto popular durante JN
A âncora Renata Vasconcellos paralisa o Jornal Nacional com proibição urgente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária de produto popular, no dia 19 de abril.
“A Anvisa decidiu, por unanimidade, manter a proibição da importação, fabricação e comercialização de cigarros eletrônicos no Brasil”, informou a jornalista.
Portanto, a decisão foi tomada depois de consulta pública, alerta dos médicos para os severos riscos à saúde e popularização dessa nova modalidade, segundo informações do telejornal.
Contudo, a reunião durou o dia inteiro e começou com a apresentação de 80 vídeos de representantes da sociedade civil, resultado de uma consulta aberta que durou 60 dias.
Sendo assim, o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, Iro Schunke, defendeu a liberação dos cigarros eletrônicos:
“A gente é a favor da regulamentação desses produtos com regras de comercialização. Esta é a maneira com que a gente possa realmente fazer com que esse grande mercado ilegal, e que a gente não sabe o que está sendo consumido, seja reduzido e eliminado”.
Além disso, a presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia, Margareth Dalcolmo, também falou na reunião e apresentou estudos científicos sobre o alto risco dos cigarros eletrônicos à saúde:
“O vício é muito grande e a concentração de nicotina é enorme, e a nicotina é uma substância altamente viciante. Nós sabemos o que eles contém. Então, nós sabemos que há substâncias que são causadoras das chamadas doenças pulmonares crônicas obstrutivas, como há substâncias como benzopireno e outras substâncias que são altamente cancerígenas. E nos cigarros eletrônicos, em todos esses dispositivos, nós sequer conhecemos a composição das centenas de substâncias químicas, eventualmente metais pesados, dos quais se compõem esses dispositivos”, diz ela.
Vale ressaltar que os dados mais recentes mostram que já são quase 3 milhões de usuários dos chamados vapes, pods e cigarros eletrônicos.
Dessa maneira, a Anvisa voltou a deliberar sobre o assunto, e o relator da matéria Antônio Barra Torres própria medidas de combate ao uso desses dispositivos.
Desse modo, entre elas um plano de comunicação na linguagem que chegue aos jovens para concientizá-los sobre o perigo dos dispositivos eletrônicos.
Qual o risco de fumar cigarro eletrônico?
Os principais riscos do consumo do cigarro eletrônico são o surgimento de câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares, como infarto, morte súbita e hipertensão arterial.
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