Renata Vasconcellos dá péssima notícia ao vivo no Jornal Nacional que pode preocupar brasileiros
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
William Bonner e Renata Vasconcellos na bancada do Jornal Nacional (Foto: Reprodução)
Renata Vasconcellos e William Bonner comandam o Jornal Nacional na Globo
Renata Vasconcellos e William Bonner são os grandes titulares do Jornal Nacional. Aliás, eles possuem funções que não se resumem apenas a apresentar o telejornal. Eles chegam cedo nos estúdios da Globo para participar das reuniões que irão definir quais pautas serão abordadas.
Vale lembrar que eles gravam a escalada de notícias antes do início do telejornal. William Bonner e Renata Vasconcellos se reversam na hora de repassar as informações aos telespectadores. Nesta semana, por exemplo, a jornalista falou sobre um assunto que pode preocupar muito os brasileiros.
Na ocasião, Renata Vasconcellos deu uma notícia ao vivo no Jornal Nacional sobre o aumento do preço médio da gasolina. A fonte da notícia foi a Agência Nacional de Petróleo. “O preço médio da gasolina subiu para R$ 4,88 nos postos de combustível. Foi a segunda semana de aumento”, disse ela.
William Bonner e Renata no Jornal Nacional (Foto: Reprodução)
NOTÍCIA DE CRIME
William Bonner e Renata Vasconcellos começaram o “JN” com uma notícia revoltante nesta sexta-feira (21). A dupla da Globo revelou que mais um caso de racismo afetou uma cidadã brasileira, na mesma semana em que aconteceu o crime contra o músico Eddy Júnior.
“Mais um caso de racismo provoca indignação. A vítima é uma mulher à procura de emprego. E o ‘Jornal Nacional’ mostra o que a lei prevê para crimes dessa natureza”, afirmaram os jornalistas na escalada do telejornal.
“O polícia do Rio prendeu hoje um comerciante por crime de racismo. A vítima estava a procura de emprego”, anunciou Renata Vasconcellos na matéria. “Eu fiquei tremendo, passei mal. Pra falar a verdade eu nem dormi. Estou sem entender por que a gente vive em um país desse jeito”, lamentou.
“A Beatriz e duas parentes viram um cartaz com anúncio de vagas de emprego nessa loja na zona norte do Rio. Foram recebidas pelo dono”, explicou o repórter Diego Haidar.
“Ele perguntou se era para uma ou se era a para a outra, que eram minha comadre e a mãe dela com um tom de pele mais claro que o meu, e disse que se fosse para elas sim, mas para mim não”, contou a vítima para o “JN”.
A polícia conversou com o homem chinês e ele enfatizou o racismo através de uma mensagem traduzida pelo celular. “A mulher tinha uma pele abaixo do padrão, então ela não foi recrutada para o trabalho”, dizia o texto.
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