Repórter da Record dispensa peruca, quebra protocolo e revela câncer em rede nacional


Heloisa Vilella sofre ‘transformação’ após descoberta de câncer (Foto: Reprodução/Record)
Heloisa Vilella demonstra estar bastante segura quanto a sua vida pessoal. A experiente jornalista descobriu no ano passado um câncer de mama já em estado bem adiantado e bem agressivo. Seu mundo caiu, mas ela seguiu em frente e tocou a vida da melhor maneira possível. A correspondente da Record não deixou de trabalhar.
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No início, Heloisa – que trabalhou por 15 anos na Globo – também sofreu com a queda de cabelo e até tentou esconder usando peruca, mas desistiu após assumir no Domingo Espetacular a doença. Heloisa quebrou o protocolo televisivo ao aparecer com o cabelo bem curtinho e completamente grisalho.
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Heloisa Vilella sofre ‘transformação’ após descoberta de câncer. (Foto: Reprodução/TV Record)
Agora, a jornalista contou que está curada. “Em princípio, eu estou [totalmente curada]. Porque não tenho nenhuma mancha suspeita, nenhuma massa estranha que possa ser câncer, os exames todos que eu fiz indicam que no momento eu estou livre da doença. Mas ainda é uma fase muito recente do tratamento para afirmar isso. Estou sendo acompanhada mais intensamente, a cada seis meses vou fazer uma série de exames, porque eu faço parte dessa pesquisa”, disse ela ao Notícias da TV.
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A correspondente internacional da Record ainda falou sobre assumir os fios brancos na TV. “Ninguém [na TV] nunca me falou que eu não podia [deixar os cabelos brancos]. Mas é uma coisa meio do Brasil. As mulheres têm que parecer novinhas, não podem ter cabelo branco. Não ia pegar bem”, declarou.

Heloisa Vilella sofre ‘transformação’ após descoberta de câncer. (Foto: Reprodução/TV Record)
Heloísa, entre outras coisas, revelou ter sofrido muito com a descoberta da doença. “Foi horrível [a descoberta do câncer]. Imediatamente o susto é grande. Por sorte, na semana em que eu descobri, meu filho não estava em casa, estava viajando com o pai, numa colônia de férias. Não tinha ninguém em casa. Então eu chorei a semana inteira. Eu chorava e parava, parava e chorava. Você começa a pensar em tudo o que você vai passar e não sabe se vai ter uma solução, se vai morrer por causa da doença”, detalhou.
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“A primeira semana é a pior possível, a pior de todas, sem dúvidas. Pior do que qualquer quimioterapia que eu fiz. Muito pior. É a semana do impacto da notícia. E aí, quando ela foi se aproximando do fim, eu só queria saber de marcar exames e fazer coisas. Pra mim, o único conforto era agir, para pelo menos saber que estava lutando”, acrescentou a jornalista.
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Autor(a):
Rogério Frandoloso
Formado em jornalismo, fui um dos principais jornalistas do TV Foco, no qual permaneci por longos anos cobrindo celebridades, TV, análises e tudo que rola no mundo da TV. Amo me apaixonar e acompanhar tudo que rola dentro e fora da telinha e levar ao público tudo em detalhes com bastante credibilidade e forte apuração jornalística.