Repórter da Record diz que índios "devem morrer de cólera e malária"
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
A jornalista Fabélia Oliveira causou revolta após falar sobre o samba-enredo da Imperatriz Leopoldinense, escola de samba do Rio de Janeiro, para o Carnaval de 2017.
As críticas foram feitas durante o programa “Sucesso no Campo”, comandado por Fabélia e exibido pela afiliada da Record TV Sucesso no interior de Goiás.
O samba-enredo, intitulado “Xingu, O Clamor Que Vem da Floresta!”, faz críticas ao agronegócio e à usina de Belo Monte, chamando-a de “belo monstro”.
“Eles querem preservar a cultura e estão corretos, sou em favor disso. Eles querem a mata para preservar a cultura deles? Então eles vão viver da cultura deles”, disparou durante o programa.
“Deixar a mata reservada para comer de geladeira não é cultura indígena, não. Eu sinto muito. Se ele quer preservar a cultura ele não pode ter acesso à tecnologia que nós temos. Ele não pode comer de geladeira, tomar banho de chuveiro e tomar remédios químicos. Porque há um controle populacional natural”, continuou.
Como se não bastasse, a jornalista foi ainda mais longe em seu comentário: “Ele [o índio] vai ter que morrer de malária, de tétano, do parto. É a natureza. Vai tratar da medicina do pajé, do cacique, que eles tinham. Aí justifica”.
Confira o vídeo:
Mais lidas
ver todas- Neto discreto de Roberto Carlos é um dos homens mais lindos
- Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
- Henry Borel retorna em carta psicografada com mensagem chocante para mãe: “Ao invés de me proteger”
- Caiu da janela: Qual atriz morreu 2 dias após finalizar gravações na Globo?
- Os milhões acabaram? Descubra o valor e destino da herança dos Richthofen