Em revelação bombástica, a avó de Isabella Nardoni relata diálogo secreto com o pai de Anna Jatobá durante o julgamento

E um dos crimes mais cruéis e abjetos da nossa história, o qual paralisou o Brasil em 2008, voltou aos holofotes, principalmente após o lançamento da série “Tremembé”, pela Amazon Prime, ainda em outubro deste ano.

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Trata-se do assassinato de Isabella Nardoni que, conforme exposto pelo canal “Nuni Nostalgic“, do YouTube, todo detalhe que surge ao longo desses anos “se torna algo chocante!”.

Inclusive, esse mesmo canal compartilhou, no dia 11 de agosto de 2024, um detalhe ainda mais sombrio e, até então, guardado nos corredores do Tribunal do Júri.

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Dezesseis anos após a morte de Isabella Nardoni, a avó materna da menina, Rosa Oliveira, quebrou o silêncio sobre um encontro furtivo com o sogro do assassino de sua neta, o qual entregou o que o pai de Anna Jatobá disse a ela.

Ele sempre soube ?

A revelação surgiu durante a participação de Rosa no podcast Dando Voz Cast. Segundo o relato, o episódio ocorreu durante um intervalo da sessão, no caminho para os toaletes.

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Rosa Oliveira abordou o Sr. Jatobá, com um apelo desesperado, pedindo para que ele convencesse a filha a confessar o assassinato da enteada para encerrar o suplício das famílias.

Mas a resposta do pai da madrasta de Isabella, sussurrada ao ouvido de Rosa, revelou a estrutura de silêncio que cerca o clã:

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“O pai da Anna Jatobá falou aqui no meu ouvidinho que foram eles [Anna Jatobá e Alexandre Nardoni]. Eu indo ao toilette, encontro com ele [pai de Anna Carolina Jatobá] no corredor. Ele vindo… No julgamento. Eu falei pra ele: ‘Sr. Jatobá manda ela confessar’. Ele voltou e falou: ‘Nós já falamos, dona Rosa, mas eles não deixam’

A frase sugere que a defesa ou o próprio Alexandre Nardoni impediram qualquer admissão de culpa, mantendo a estratégia da negação absoluta até o veredito final.

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O crime

Isabella Nardoni morreu após sofrer esganadura e ser arremessada do sexto andar do Edifício Londrine, na zona norte de São Paulo.

O Ministério Público Estadual provou que Anna Jatobá e Alexandre Nardoni simularam uma invasão de terceiros para ocultar a violência doméstica iniciada dentro do apartamento.

A Justiça condenou Anna Jatobá a 26 anos de prisão, enquanto Alexandre Nardoni recebeu uma sentença de 31 anos.

O agravante para Alexandre residiu no vínculo de paternidade, o que tornou o crime ainda mais execrável perante a sociedade brasileira.

O que Ana Carolina Oliveira sentiu diante da soltura de Nardoni?

A soltura recente de Alexandre Nardoni, em maio de 2024, após cumprir pouco mais da metade da pena, reabriu feridas profundas na mãe de Isabella.

Em entrevista ao jornalista Ulisses Campbell ao blog True Crime, Ana Carolina Oliveira expressou sua indignação com o sistema progressivo de penas do país:

“Fico com a impressão de que o crime compensa em nosso país, pois as leis são muito brandas.”

Para Ana Carolina, a liberdade antecipada dos assassinos de sua filha representa uma segunda morte para a memória da criança.

Ela questiona, inclusive, a ausência de exames psiquiátricos mais rigorosos, como o Teste de Rorschach, para avaliar a periculosidade de Alexandre antes de sua reintegração à sociedade.

Vale destacar que, enquanto os responsáveis pelo crime de 2008 agora desfrutam da liberdade em regime aberto ou semiaberto.

Mas a família Oliveira permanece encarcerada em uma saudade eterna, lutando para que as leis brasileiras se tornem menos permissivas com crimes, principalmente contra a vida de crianças.

Mas se quiser saber mais sobre a série Tremembé, clique aqui*.