Este ano, a equipe da Record reviveu assassinato que aconteceu em agosto de 2013, mas trouxe novas informações ao público

Até hoje, a polícia não conseguiu desvendar por completo o caso da família Pesseghini. Na decisão final, Marcelinho, na época com 13 anos, recebeu a culpa por ter matado os pais, que eram policiais militares, além da avó e da tia.

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No entanto, a advogada da família, Roselle Soglio, continua negando a versão. O crime voltou a ganhar destaque em março deste ano, no Doc Investigativo, da Record. O programa trouxe uma nova teoria levada posteriormente à Justiça.

Pesseghini
Advogada continua defendendo a inocência de Marcelinho, na época com 13 anos de idade, no assassinato da família Pesseghini, em 2013 (Foto: Facebook)

Para a produção, Thais Furlan investigou a hipótese de envolvimento de policiais militares no caso, o que poderia tirar a culpa do menino acusado. Por causa da brutalidade em torno do crime, ainda há quem duvide da autoria do jovem.

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Segundo a Record, poderia ter se tratado de uma vingança. Na época, Andreia Bovo Pesseghini, a mãe, estaria denunciando colegas corruptos dentro da Polícia Militar. Ela, então, teria sido alvo de retaliações, o que atingiu toda a família.

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Antes de ser assassinada a tiros, a policial e mãe da família, Andreia Bovo Pesseghini, teria denunciado colegas corruptos da PM (Foto: Divulgação)

Afinal, o que aconteceu com Marcelinho Pesseghini?

Em agosto de 2013, a família foi assassinada a tiros com uma pistola 40. O menino virou o principal suspeito, diante de algumas evidências levantadas pelos investigadores. Porém, a versão nunca convenceu totalmente o júri, apesar de tê-lo considerado culpado.

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Na lista de indícios, apareceram imagens de uma câmera de segurança, depois da hora do crime, em que o jovem supostamente deixa o veículo da família. Em contrapartida, a advogada nega. “O Marcelo não sabia dirigir. Portanto, não poderia ser ele naquele carro”, rebateu.

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Laudo apontou que Marcelinho sofria de problemas psicológicos e teria sido influenciado por jogos de tiro (Foto: Facebook)

Conclusão

Após a chacina, de acordo com a Record, Marcelinho se matou com um tiro na cabeça, na casa em que morava com a família, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo. Segundo a polícia, todas as vítimas estavam dormindo quando morreram. O laudo psiquiátrico apontou que uma doença mental teria levado o menino a acreditar que era um personagem de videogame, um assassino profissional. Roselle Soglio continua defendendo a outra versão.

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