Amini Fonua (Foto: Reprodução)

Amini Fonua foi uma das vítimas (Foto: Reprodução)

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O jornalista Nico Hines passou de todos os limites nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Ele criou um perfil falso em um aplicativo de “pegação” voltado para o público gay, e conseguiu marcar encontros com diversos atletas. As conversas, em seguida, foram divulgadas em seu site.

Seu objetivo era apenas expor os atletas e ridicularizá-los, citando os esportes de cada um e até os países de origem. Sua falta de ética foi tanta, que ele não pensou que a maioria dos esportistas estão na faixa dos 18 anos, e tiveram as suas vidas expostas para o mundo inteiro.

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Alguns deles não são assumidos para a família, enquanto outros são casados e tem filhos. Outros vivem em países que a homossexualidade é considerada um crime, e não poderão nem mesmo voltar para casa. Ou seja, todas as consequências foram as piores possíveis.

O caso teve grande repercussão e o artigo foi tirado do ar, após Nico perceber a gravidade do que fez. Ele pediu desculpas aos atletas e aos leitores, porém, nada adiantou, já que a informação caiu na rede, e muitos outros sites, à essa altura, já haviam copiado tudo.

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O nadador Amini Fonua, de Tonga, país em que homossexuais sofrem sérias perseguições, está no Rio competindo, e foi uma das vítimas do jornalista. Ele se revoltou com a “investigação” do repórter e protestou na web.

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Lamentável!

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