Proibição da ANVISA e risco a saúde: A marca de macarrão arrancada às pressas das prateleiras dos mercados
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
A PROIBIÇÃO da ANVISA contra marca de macarrão - Montagem: TVFOCO
A autarquia crava proibição contra marca de macarrão e retira às pressas dos mercados
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é um dos principais órgãos do governo, sendo responsável pelo controle de qualidade e segurança de muitos produtos no Brasil. Dessa vez, por exemplo, falaremos da proibição da autarquia contra uma marca de macarrão arrancada às pressas das prateleiras dos mercados devido risco à saúde dos consumidores.
Para quem não sabe, segundo as informações divulgadas pelo portal ‘CNN Brasil’, em setembro de 2022, a Anvisa proibiu a comercialização, distribuição e uso das massas alimentícias da empresa BBBR Indústria e Comércio de Macarrão, fabricados entre 25 de julho e 24 de agosto. O que deixou a população brasileira chocada com a proibição do alimento que apresentava riscos à saúde.
Na ocasião, o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), notificou a empresa a fazer um recall de produtos, constatando propilenoglicol contaminado com etilenoglicol, segundo o portal ‘GOV.BR’. Vale destacar que, segundo a fonte, o propilenoglicol contaminado foi fornecido pela empresa Tecno Clean Industrial.
Sendo assim, a Anvisa identificou o uso do insumo contaminado como ingrediente na linha de produção de suas massas. E segundo dados, a empresa possui nome fantasia Keishi e é responsável pela produção de e comércio de vários tipos de massas de estilo orital, tais como udon, yakisoba, lamen, além de massas de salgados como gyoza.
O etilenoglicol
É um solvente orgânico altamente tóxico que causa insuficiência renal e hepática quando ingerido, podendo inclusive levar à morte. Segundo informações divulgadas pela Anvisa, não há autorização para o uso dessa substância em alimentos.
Já no caso do aditivo alimentar propilenoglicol, é autorizado em alguns alimentos, mas, uma resolução da instituição determina que o uso não é permitido em categorias de massas alimentícias, ou seja, é proibido o uso em macarrão.
Pronunciamento da empresa
Por meio de uma nota divulgada em setembro de 2022, a Keishi relatou que sempre manteve o cuidado com o controle rigoroso da qualidade de seus produtos.
“A Keishi sempre primou pelo controle rigoroso da qualidade de seus produtos. Neste episódio, a Anvisa proibiu a comercialização dos produtos fabricados no período de 25/jul/2022 a 24/ago/2022, com uso da suposta substância contaminada. Este lote corresponde a pouco mais de 1% do total dos produtos fabricados e vendidos pela Keishi no período”, iniciou a nota.
Em outro trecho do comunicado, a marca barrada pela ANVISA esclareceu que tomou as medidas necessárias para continuar em operação. “A Keishi esclarece que a ação da Anvisa é preventiva e pontual e não houve nenhuma ordem para paralisar as atividades ou interditar a fábrica da Keishi”, prosseguiu.
“Esclarece, outrossim, que a Keishi está colaborando com a Anvisa e Vigilância Sanitária no rastreamento e recolhimento dos produtos e elucidação dos fatos, visando evitar problemas futuros e preservar a saúdo dos nossos consumidores”, disse ainda.
“A Keishi continua operando normalmente, oferecendo a seus clientes/consumidores produtos de qualidade com segurança que tem sido a marca registrada dos seus produtos”, finalizou a nota da marca de macarrão barrada pela ANVISA.
Situação atual
Vale ressaltar que, tanto a Anvisa, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e órgãos de Vigilância Sanitária locais, investigaram e inspecionaram as empresas envolvidas e afirma que as empresas após as mudanças continuaram sendo comercializados. Dessa forma, seguem em pleno funcionamento presentemente, destacando que somente os lotes citados forma proibidos.
Quando a Anvisa foi fundada?
Fundado em janeiro de 1999 pela Lei 9782/1999, o órgão é uma ferramenta reguladora, vinculado ao Ministério da Saúde, para estabelecer um padrão de qualidade em produtos e serviços no Brasil.
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