Risco fatal: Decreto da ANVISA e proibição contra 3 azeites às pressas e retirada das prateleiras de mercados
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Anvisa crava proibição de azeites - Foto: Internet
O órgão agiu às pressas e cravou a proibição imediata contra os 3 produtos amados das prateleiras dos supermercados após risco fatal
De forma indiscutível, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é tida como um dos principais órgãos do Brasil. A autarquia, vale dizer, é a responsável pela regulação e fiscalização de diversos produtos e serviços no país.
O órgão possui o dever principal de proteger a saúde dos brasileiros e sempre retira atenta a tudo, tanto liberando o consumo e uso de produtos, serviços, quanto também os proibindo, como foi o caso de 3 marcas de azeite populares que vamos falar nesta matéria.
Antes de qualquer coisa, é importante dizer que o azeite se trata de um produto muito importante para o dia a dia. Isso porque se utiliza para fritar, temperar e outras funções dentro da cozinha. Além de possui diversos benefícios para a saúde, sendo rico em vitaminas e sendo mais saudável que óleo de soja, por exemplo.
No entanto, as 3 marcas que vamos citar precisaram ser arrancadas por conta do risco. Elas foram tiradas nos anos de 2021, 2022 e 2023.
1 – Azeite de Oliva da marca Quinta da Beira
De acordo com o portal da Vigilância Sanitária de Santa Catarina, a Anvisa destacou por meio da Resolução-RE n° 4.750, do dia (21) de dezembro de 2021, a proibição de todos os lotes do Azeite de Oliva da marca Quinta da Beira, fabricado pela empresa Felicita Importadora e Distribuidora de Alimentos.
A decisão ocorreu por resultados insatisfatórios aos parâmetros de qualidade da Anvisa. Tudo isso envolvendo as matérias-primas utilizadas e também sobre o controle de identificação e registro na linha de envase dos produtos. Proporcionando riscos aos consumidores pela possível exposição de produtos com adulteração e de composição desconhecida.
“A empresa segue em funcionamento normal, comercializando nossos principais produtos que são óleos temperados e óleos mistos. Nosso Departamento Jurídico está tomando todas as providências cabíveis para reparar todo e qualquer dano”, relatou a empresa na época, deixando claro, estar em atividade e comercializando seus produtos.
2 – Azeite Alentejano, empresa desconhecida
Por sua vez, no dia (14) de janeiro de 2022, a Anvisa emitiu um comunicado a respeito da marca de azeite Alentejano, proibindo o produto produzido por uma empresa desconhecida. A medida ocorreu após o recebimento de um ofício da vigilância sanitária do Rio de Janeiro informando a agência nacional do caso.
Logo, a decisão se deu pela fabricação do produto ser realizada por uma empresa desconhecida e irregular, trazendo riscos fatais aos consumidores. De acordo com o órgão, havia informações falsas nos rótulos no que se refere a origem, distribuição e produtor do produto.
Constava no rótulo o nome da empresa Brazilha Comércio Importação Exportação Eireli, mas que obtinha situação cadastral inapta e sua localização desconhecida. Dessa forma, o problema foi uma empresa falsificar o azeite e não a marca em si.
3 – Azeite Vicenzo
Já o terceiro caso, se trata de uma proibição da ANVISA que se deu no dia (11) de outubro de 2023, contra o lote n° 19227 do Azeite de Oliva Extravirgem da marca Vincenzo, fabricado pela empresa TRL Internacional Importadora e Exportadora EPP. Vale dizer que a medida ocorreu pelo resultado insatisfatório no que se trata o índice de refração e iodo WIJS, segundo a Análise Fiscal do Laboratório de Saúde Pública Noel Nutels.
O índice de refração do Azeite de Oliva se trata de uma medida do valor de luz que é refletida pelo óleo. Caso o valor seja muito alto ou muito baixo, pode indicar que o produto não é puro e contém outros óleos ou substâncias. O índice de iodo WIJS é uma medida da quantidade de iodo que o Azeite de Oliva pode absorver, onde um valor baixo pode indicar a presença de óleos mais saturados, os menos saudáveis.
Outro ponto a ser considerado é que, o excesso de iodo pode causar outros problemas de saúde, como náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia, erupções cutâneas, inflamação salivar, dor de cabeça, entre outros sintomas.
O caso se deu de forma isolada, onde apenas 1 lote teve o problema identificado. Logo, o produto voltou a ser comercializado normalmente e as medidas cabíveis já foram tomadas. Até o momento, não foram encontrados nenhuma nota oficial ou posicionamento da empresa mencionada, lembrando que o espaço segue aberto para que ela possa expor sua versão dos fatos.
Anvisa decreta proibição de 3 azeites devido a risco fatal (Foto: Reprodução/ Internet)
Azeite Vicenzo está nos conformes nos dias de hoje (Reprodução: Internet)
Empresa desconhecida falsificou o azeite Alentejano (Reprodução: Internet)
Azeite de oliva Quinta da Beira - Foto: Internet
A ANVISA FISCALIZA O QUÊ?
É dever do órgão regulamentar, controlar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam risco à saúde pública. Por conta disso, sempre que um produto como esse citado acima, surge oferecendo possíveis riscos à saúde, é dever do órgão suspender e esperar que ele se enquadre nos padrões esperados. Vale destacar que os procedimentos estéticos a base de fenol é muito popular entre as mulheres famosas do Brasil.
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