Venda da programação, demissões em massa e desespero: Emissora rival da Globo luta contra falência e vai sair do ar
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Emissora rival da Globo vai sair do ar (Foto: Reprodução)
Concorrente da Platinada não tem conseguido arcar nem as contas básicas para seguir funcionando e corre risco de fechar
Desde a pandemia, o público tem acompanhado grandes mudanças na Globo. O grupo vem dispensando atores, diretores, jornalistas e uma longa lista de funcionários da produção.
Mas, contrariando os rumores de falência, a emissora, na verdade, vem cortando gastos excessivos e adotando novas estratégias de lucro. Em contrapartida, um outro popular canal de TV vem enfrentando uma situação delicada, correndo risco de sair do ar.
Após o período de uma forte crise e não-adaptação às novas mídias, o grupo tem deixado até de pagar as contas de luz, que vêm se acumulando nos últimos meses. Segundo o site Aqui Tem Fofoca, por causa da atual situação, parte da programação precisou ir à venda.
Aliás, a emissora está a poucos passos de decretar falência e demitir seus funcionários. Para se ter uma ideia, uma boa porcentagem da grade tem sido vendida para cultos evangélicos. De acordo com a publicação, as dívidas vêm estendendo juros desde 2020, quando deixaram de ser pagas.
Hoje, a empresa de televisão deve mais de R$ 1,5 milhão. Uma das justificativas é de que as produções paradas na pandemia teriam agravado a crise, já que, antes disso, a situação já não era boa. O nome da empresa não foi revelado, mas o público já faz algumas especulações nas redes sociais.
Afinal, o que aconteceu?
- Há 4 anos, a Globo vem cortando gastos;
- Porém, ao contrário dos rumores, a emissora passa longe da falência;
- Entretanto, um outro canal da TV enfrenta uma forte crise e pode encerrar as atividades.
Conclusão
No Brasil, a Globo continua liderando o setor de mídia e, no ano passado, a família Marinho registrou receita líquida de R$ 15 bilhões. “Foi um ano incrível, com o desempenho assegurado por uma boa performance em publicidade, conteúdo e uma importante disciplina em custos. Os bons resultados são reflexo das escolhas sustentáveis que fazemos”, disse Manuel Belmar, diretor das áreas de finanças, infraestrutura, jurídico e produtos digitais do canal, em entrevista à revista Valor.
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