R$ 521 milhões: Rival do Santander tem falência decretada pelo Banco Central e atinge milhares de correntistas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Rival do Santander teve falência decretada (Foto: Divulgação)
Instituição financeira deixou comunicado aos clientes, após decisão judicial que expôs dívida multimilionária e encerramento das atividades
Uma famosa companhia bancária teve falência decretada em 2023. O caso, no entanto, continua se estendendo até agora, após a empresa divulgar um comunicado oficial, expondo a atual situação aos envolvidos.
Segundo o Banco Central, a Caixa Econômica, o Bradesco, o Itaú, o Nubank, o BB e o Santander lideram o setor no Brasil. Com uma longa lista de correntistas, todos eles vinham enfrentando o forte concorrente, que acabou caindo na malha fina.
De acordo com a Valor Econômico, em fevereiro do ano passado, foi revelado que a Portocred tinha uma base estimada de 12 mil credores com depósitos elegíveis para o pagamento de uma garantia que soma cerca de R$ 521 milhões. O processo de falência, então, foi inevitável.
Em seu site oficial, o grupo anunciou que vem promovendo a venda dos bens móveis e dos equipamentos através de um leilão para arcar com as dívidas. Porém, eles não são os únicos. Na mesma época, a BRK Financeira também acabou sendo dissolvida por ordem do Banco Central.
O anúncio foi feito pelo próprio Roberto Campos Neto, atual presidente do BC. Segundo o economista, essa decisão foi tomada por causa das violações das duas partes, apontando falha no funcionamento interno e alto risco aos envolvidos, o que inclui seus associados e sócios.
Esse tipo de processo é levantado quando as empresas apresentam grandes dívidas e não cumprem com as regras legais. Para se ter uma ideia da situação, quando o comunicado foi feito, a BRK Financeira tinha cerca de 42 mil credores elegíveis para pagamento, somando em torno de R$ 1,7 bilhão.
Sem alternativas, o Banco Central optou pela liquidação extrajudicial e encerramento de ambas as empresas citadas, antes registradas no Sistema Financeiro Nacional. Com isso, a entidade conseguiu proteger alguns dos investidores, levantando o máximo de verba possível com a ação.
O que acontece em casos de falência?
Esse processo reúne os bens da instituição e dos donos, apontando o que deve ser liquidado para pagar as dívidas em aberto. Ele pode levar longos anos na Justiça, assim como também pode ser revertido, caso o responsável consiga achar um jeito de levantar a empresa novamente.
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