Tente não se impactar ao saber detalhes sobre a atual situação que vive grande rival da Honda

Quando o assunto se trata das maiores montadoras de motos do mundo, sem dúvidas, não podemos deixar de falar da Honda. 

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Contudo, hoje o assunto, na verdade, é sobre uma rival da empresa citada, que acaba de apelar para não ir à falência e afunda em dívida de R$350 milhões. Vamos conferir?

Bom, sem mais delongas, estamos falando da Voltz. As informações são do portal No Feed.

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O que aconteceu com a Voltz?

Conforme foi divulgado pela fonte, a Startup pernambucana de scooters e motos elétricas, a Voltz vem percorrendo nos últimos dois anos uma trilha marcada por atrasos crescentes nas entregas e na produção, disputas com parceiros de seus showrooms e ruídos no diálogo com a Creditas e o Grupo Ultra, seus investidores.

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Moto Voltz 2024 - Reprodução Internet

Moto Voltz 2024 – Reprodução Internet

Moto Voltz 2024 - Reprodução Internet

Moto Voltz 2024 – Reprodução Internet

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Dessa forma, diante de tal situação, a empresa resolveu a apelar, e, no último dia 20 de novembro, o juiz Julio Cezar Santos da Silva, da 3ª Vara Cível do estado de Pernambuco, deferiu um pedido equivalente a uma pré-recuperação judicial da companhia.

Assim, conforme o que foi divulgado, no pedido, a Voltz citava uma dívida de R$ 335,1 milhões e requeria a proteção contra credores para evitar um pedido de falência da operação antes de a companhia dar entrada em seu pedido de recuperação judicial.

Ainda segundo o que foi informado pela fonte, no documento, a startup, rival da Honda, ressalta que diversas razões “de natureza externa e interna” a colocaram em dificuldades financeiras, as quais entende que são transitórias, mas com potencial de “inviabilizar sua indústria e o comércio dos seus produtos”, impactando seus investidores, funcionários e credores.

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Por fim, vale a pena salientar que, por meio da sua decisão, o juiz da 3ª Vara Cível do estado de Pernambuco observou que o pedido traz todos os elementos que permitem à empresa solicitar, em sigilo, sua recuperação judicial, ao ressaltar a “crescente pressão” dos credores para reaverem seus créditos de forma unilateral.

Além disso, ao mesmo tempo, foi concedido à companhia um 30 dias corridos para protocolar seu pedido de recuperação judicial.