Rodrigo Lombardi na série "Carcereiros" (Foto: Globo/Ramón Vasconcelos)

Rodrigo Lombardi na série “Carcereiros”
(Foto: Globo/Ramón Vasconcelos)

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O ator Rodrigo Lombardi também deu a sua opinião sobre o caso de assédio envolvendo o ator José Mayer e uma figurinista da Globo. Em entrevista à jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, ele condenou a ação do colega de profissão, mas pontuou que o episódio não apaga seu legado.

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“Lógico que sou contra assédio. Eu condeno? Condeno. Ele errou. Mas não deixei de gostar do Zé Mayer, isso não apaga as coisas boas que ele fez. E acho que ele não faria de novo. Que ele sirva de grande exemplo para que quem tem essa cabeça não aja mais assim”, comentou.

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Ele também comentou sobre o atual momento político em que vive o Brasil, especialmente o pós impeachment, processo “em que as pessoas perderam amigos porque não souberam conversar”.

“Para que brigar por legendas? Elas deixaram de representar ideais. Viraram time de futebol. As pessoas culpam o PT. Mas o PT, como ideal, é incrível! O problema é isso ter se perdido. Não confundam o PT com os petistas“, afirmou na entrevista.

Rodrigo Lombardi ainda disse que já se incomodou bastante com o rótulo de galã. Para ele, tal rótulo deve ser atribuído ao herói, ao personagem destaque na trama, e não a quem tem o melhor porte físico.

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“Criam uma expectativa. Atribuem o galã ao esteticamente prazeroso. Não me encaixo nesse perfil. Fiquei nesse lugar por uma carência —o mercado vinha com modelos de galãs muito principescos e eu caí num lugar onde não era essa a necessidade”, contou.