Rombo de R$ 1 bi e terror de falência: O abismo de plano de saúde colossal e situação de 720 mil clientes HOJE
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Plano de saúde afunda - Foto: Montagem
O convênio viveu uma situação dramática após resultados operacionais negativos
Em tempos onde o cuidado com a saúde tem sido cada vez mais presente, é fato dizer que o Brasil dispara na frente sendo um dos únicos países onde os cidadãos podem desfrutar de um serviço público gratuito. Mas, mesmo com o SUS, há quem ainda prefira gastar com um plano de saúde.
O sucesso dos convênios tem sido notório, mas, nem todos eles tem conseguido deslanchar como desejado. E por falar nisso, um rombo de quase R$ 1 bilhão em uma companhia do segmento deixou ela na beira da falência e virada atinge todos os clientes.
Estamos falando da Cassi (Caixa de Assistência), fundada em 1997 por um grupo de funcionários do Banco do Brasil. Atualmente, o convênio conta com cerca de 720 mil clientes presentes em todo o território nacional, de acordo com a própria empresa.
O plano de saúde vive um grande drama desde meados de 2019, quando ficou sob direção fiscal da ANS por um grave problema de caixa. De acordo com o portal ‘Sindicato dos Bancários’, o plano teve um resultado operacional negativo de R$ 124 milhões nos primeiros 11 meses de 2021, situação essa que não é nada agradável para uma companhia que tenta se reestruturar.
Além disso, segundo o portal ‘Exame’, o convênio lidou com um rombo de quase R$ 1 bilhão, indo ao fundo do poço e pronto para declarar falência ou repassar os clientes para outra companhia.
O fato é que a capitalização da Previ passava por um acordo entre os empregados do Banco do Brasil e a companhia financeira. O acordo dependia de uma votação onde, no mínimo, dois terços dos funcionários do BB precisavam dizer ‘sim’ à proposta apresentada pela instituição.
MEDIDA DE REESTRUTURAÇÃO
Diante disso, a proposta trazida para votação tinha os atuais percentuais de contribuição dos funcionários (4% do salário) e do BB (4,5%), mas, adiciona a cobrança por dependentes. Assim, ficava 1% de contribuição para quem tinha um dependente, 0,5% para dois e 0,25% a partir do terceiro dependente, com o teto da contribuição sendo 7,5% do seu salário.
Com essas medidas de restruturação e somando os resultados financeiros projetados, a Cassi chegava em um valor superior a R$ 1 bilhão em repasses.
VIRADA TRIUNFAL
Segundo o portal ‘Sindibancários’, em abril de 2023, a Cassi apresentou um relatório referente ao ano de 2022, contendo os dados econômicos e financeiros das atividades da entidade; perfil dos associados assistidos; informações sobre a rede credenciada e novos planos lançados.
Os dados mostraram que, apesar dos ‘trancos e barrancos’, o resultado financeiro somou R$ 3,729 bilhões, o que, segundo o relatório, garante a segurança das operações da entidade.
Em tese, apesar da crise dramática, a Cassi conseguiu reverter o quadro de quase falência e permanece em atividade no mercado.
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