Ronaldinho Gaúcho paga fiança milionária, mas continua preso no Paraguai; valor é impressionante
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Ronaldinho Gaúcho ao lado do irmão, Roberto de Assis (Foto: Reprodução)
Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis Moreira foram presos por entrarem no Paraguai com documentos paraguaios falsificados.
Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Assis Moreira precisaram desembolsar uma grande quantia por fiança. Antes disso, eles estavam desde o último dia 6 de março, presos em uma prisão de segurança máxima da Polícia Nacional do Paraguai.
A situação mudou quando, nesta terça-feira (7), o juiz Gustavo Amarilla, do Paraguai, permitiu a prisão domiciliar ao ex-jogador de futebol e também ao seu irmão. Para isso, ele precisaram pagar uma fiança de US$ 1,6 milhão de dólares (aproximadamente de R$ 8,4 milhões). Todavia, estão proibidos de deixarem o país e seguem hospedados em um hotel no centro de Assunção.
O juiz determinou aos responsáveis pelo hotel que a prisão dos dois brasileiros fosse cumprida no espaço. Sendo assim, de acordo com as informações do jornal paraguaio ABC Color, Ronaldinho e Assis vão ficar isolados em quartos separados.
Vale lembrar, antes de conseguir a prisão domiciliar, os advogados dos brasileiros tiveram três recursos não aceitos pela Justiça do Paraguai. Até o momento, a defesa do jogador ainda não comentou o assunto.
Outras pessoas também foram presas
O empresário brasileiro Wilmondes Sousa, acusado de fornecer os passaportes aos irmãos também foi uma das pessoas presas. Houve um processo de naturalização no Paraguai, aberto para Ronaldinho e seu irmão, Assis Moreira, conforme o promotor paraguaio Federico Delfino. Isso poque o procedimento corria à insubordinação dos dois brasileiros.
O promotor explicou que o esquema também envolve um funcionário público paraguaio. Este teria apresentado uma série de documentos à Direção de Migração do Paraguai na intenção de naturalizar os dois irmãos. Logo, com o envolvimento de órgãos oficiais paraguaios, o caso se ampliou no país. O diretor geral da Direção de Migrações, Alexis Penayo, pediu demissão do cargo no mês passado e criticou o Ministério do Interior pela demora na resolução do caso.