Sabina Simonato confirma catástrofe ao vivo e revela número de mortos e mais de 3 mil feridos durante cobertura da Globo

A cobertura dos terremotos que atingiram a Venezuela ganhou grande destaque na televisão brasileira, especialmente durante o programa “Bom Dia Sábado”, quando a jornalista Sabina Simonato apresentou um dos momentos mais delicados da semana ao relatar o avanço da tragédia.

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Os tremores de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram o norte do país e provocaram um cenário de destruição em várias regiões, principalmente no estado de La Guaira, onde prédios inteiros vieram abaixo, deixando milhares de pessoas desabrigadas e dezenas de comunidades isoladas.

A situação evoluiu rapidamente para uma crise humanitária, com hospitais sobrecarregados, falta de energia e dificuldades para o acesso das equipes de resgate. Nesse contexto, Sabina Simonato destacou ao vivo os números mais recentes, reforçando a gravidade do desastre e a dificuldade de localizar sobreviventes entre os escombros, enquanto o governo venezuelano ampliava as operações de emergência e buscava apoio internacional.

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Sabina Simonato e imagem de luto (Fotos: Reproduções / Globo / Canva)
Sabina Simonato e imagem de luto (Fotos: Reproduções / Globo / Canva)

Durante a transmissão, Sabina Simonato informou que os números oficiais já apontavam para mais de 920 mortos e cerca de 3.360 feridos, além de milhares de desabrigados em diferentes estados afetados.

As autoridades também relataram centenas de réplicas após os dois grandes abalos, o que aumentou o risco para equipes de resgate e para moradores que ainda buscavam familiares desaparecidos. Em meio a esse cenário, Sabina Simonato explicou que a chamada “janela de ouro” de 48 a 72 horas para encontrar sobreviventes com vida estava se encerrando, o que elevava ainda mais o nível de urgência das operações.

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Esse período é considerado crítico porque, após esse tempo, as chances de sobrevivência sob escombros caem drasticamente devido à falta de água, oxigênio e ferimentos não tratados.

Sabina Simonato apresentou ainda o impacto social da tragédia, destacando que milhões de pessoas poderiam ser afetadas direta ou indiretamente. Relatórios de organismos internacionais indicaram que até 7 milhões de pessoas poderiam enfrentar consequências como perda de moradia, falta de alimentos e colapso de serviços básicos.

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Em várias cidades, famílias passaram a dormir em abrigos improvisados, enquanto outras permaneceram próximas às ruínas de suas casas na tentativa de localizar parentes. A escassez de mantimentos básicos, como água potável, alimentos e produtos de higiene, agravou a situação e aumentou a tensão entre os moradores.

Nesse cenário, Sabina Simonato reforçou que a crise não se limitava às mortes já confirmadas, mas se expandia como um problema estrutural que afetava toda a organização social do país.

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Sabina Simonato no Bom Dia Brasil (Foto: Reprodução / Globo)
Sabina Simonato no Bom Dia Brasil (Foto: Reprodução / Globo)

As autoridades venezuelanas, segundo informações divulgadas no telejornal, decidiram militarizar o estado de La Guaira para tentar controlar o fluxo de pessoas e organizar o trabalho das equipes de resgate. Sabina Simonato explicou que essa medida buscava reduzir o caos nas estradas e permitir que ambulâncias e maquinários tivessem acesso mais rápido às áreas mais destruídas.

Ainda assim, relatos indicaram dificuldades operacionais, com falta de equipamentos pesados e dependência de ajuda internacional para acelerar o resgate de vítimas soterradas. O cenário descrito ao vivo mostrava ruas tomadas por escombros, prédios colapsados e uma população em estado de choque diante da dimensão da tragédia.

Sabina Simonato também ressaltou a chegada de ajuda humanitária de outros países, incluindo equipes de resgate especializadas e suprimentos médicos. Essas missões passaram a atuar em conjunto com forças locais para tentar localizar sobreviventes e organizar abrigos temporários.

Apesar disso, o ritmo das operações ainda não acompanhava a necessidade urgente da população afetada, o que aumentava a pressão sobre o governo e as instituições envolvidas. Em diversos pontos, moradores relataram que começaram as buscas por conta própria antes da chegada das equipes oficiais, o que evidenciou a gravidade da situação e a falta inicial de coordenação.

Sabina Simonato no Bom Dia São Paulo (Foto: Reprodução / Globo)
Sabina Simonato no Bom Dia São Paulo (Foto: Reprodução / Globo)

No encerramento das informações apresentadas, Sabina Simonato reforçou que o número de vítimas ainda poderia aumentar nos próximos dias, já que muitas áreas continuavam inacessíveis e havia suspeita de pessoas presas sob estruturas colapsadas.

A jornalista destacou que o país enfrentava um dos maiores desastres naturais recentes da região, com impactos que iam além da destruição física, atingindo também a saúde emocional e a estabilidade de milhões de venezuelanos. O relato concluiu que a prioridade naquele momento permanecia o resgate de sobreviventes, enquanto o mundo acompanhava o desdobramento da crise e a tentativa de recuperação gradual das áreas atingidas.