Sabina Simonato perde a paciência e exige investigação após homem levar 27 tiros: “Grave”
Sabina Simonato comenta morte de dois homens em ações da Polícia
Na última edição do Bom Dia São Paulo, que ocorreu nesta terça-feira (13), Sabina Simonato demonstrou indignação ao comentar duas mortes envolvendo ações da Polícia Militar em São Paulo.
Ao abordar os casos, a jornalista cobrou explicações da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e questionou os procedimentos adotados pelos agentes.
Nesta matéria, você saberá:
- Morte de um jovem de 20 anos em Moema, atingido por 27 tiros
- A demora na entrega das imagens das câmeras corporais à Polícia Civil
- Outro caso envolvendo um homem em surto na zona norte da capital
Sabina Simonato cobra imagens das câmeras corporais
Primeiramente, Sabina Simonato falou sobre a morte de Gustavo Muniz de Santana, de 20 anos, morto em Moema, na zona sul de São Paulo.
De acordo com as informações, os policiais efetuaram 45 disparos, dos quais 27 atingiram o jovem.
Os agentes alegaram que confundiram o celular que Gustavo segurava com uma arma.
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No entanto, segundo Sabina Simonato, a Polícia Civil ainda não havia recebido as imagens das câmeras corporais dos policiais envolvidos na ocorrência.
Em seguida, a jornalista questionou a demora na divulgação do material e cobrou uma resposta das autoridades sobre o que aconteceu.
“Qual a dificuldade de apresentar essas imagens? Eles foram tão claros no boletim de ocorrência, então libera logo essas imagens! O caso foi no sábado, mas até agora nada”, afirmou.
Em seguida, Sabina Simonato levantou dúvidas sobre o intervalo entre a ocorrência e a comunicação ao Departamento de Homicídios, responsável pela investigação.
“Por que tanto tempo para avisar ao Departamento de Homicídios sobre essa ocorrência? São questionamentos que a Secretaria de Segurança Pública precisa responder”, afirmou.
Apresentadora critica morte de homem em surto
Além disso, Sabina Simonato comentou outro caso envolvendo uma ação policial na zona norte de São Paulo.
Dessa vez, a ocorrência envolveu um homem descrito como estando em surto, que também teria sido atingido por 24 tiros.
Em seguida, ao falar sobre a situação, a apresentadora criticou a maneira como a ocorrência terminou e questionou a atuação dos agentes diante de uma pessoa em crise.
“Outro caso muito grave. Você vê uma pessoa em surto e chama o socorro ou a polícia porque acha que a situação vai entrar no controle, que vai apaziguar, mas não. Quem está em surto é morto pela polícia”, criticou.
Sabina Simonato questiona aplicação do método Giraldi
Ainda durante o telejornal, a apresentadora mencionou o método Giraldi, associado a técnicas de abordagem e uso progressivo da força policial, para questionar os procedimentos adotados nas duas ocorrências.
“Por que esse método Giraldi não foi aplicado nos dois casos?”, perguntou.
A jornalista também destacou que a Secretaria da Segurança Pública mantinha o posicionamento de que as mortes seriam investigadas.
No entanto, Sabina Simonato avaliou que uma resposta formal não bastava diante da gravidade dos episódios.
“É muito fácil se posicionar no papel. Digo mais uma satisfação para a sociedade”, afirmou.
Por fim, Sabina reforçou a necessidade de as autoridades esclarecerem os fatos e responderem aos questionamentos levantados durante a cobertura jornalística.
“A polícia precisava se manifestar, vir a público, dar uma satisfação para a sociedade. Isso é muito grave”, criticou.
Formação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, é colunista do portal TV Foco desde 2020, com foco em beleza, televisão e celebridades. Com apuração jornalística rigorosa, tem como compromisso informar o público com credibilidade e precisão. Apaixonada por moda e pelo universo das celebridades, acompanha de perto as principais tendências e acontecimentos. Antes disso, atuou como assessora de imprensa e redatora.