Descubra hoje quando o INSS pagará o 13º salário e descubra quais aposentados e pensionistas recebem o benefício em 2026
A discussão sobre a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social voltou ao centro do debate nesta quinta-feira. Muitos segurados acompanham o tema com atenção. Afinal, o pagamento extra costuma aliviar o orçamento de milhões de famílias ao longo do ano.
Até agora, o governo federal ainda não confirmou oficialmente a antecipação em 2026. Mesmo assim, o assunto já circula dentro da equipe econômica e também no Ministério da Previdência. O tema depende de uma decisão final do presidente da República e da publicação de um decreto. Sem esse documento oficial, o calendário de pagamento não existe.
Por enquanto, o governo ainda analisa cenários e avalia as datas possíveis.

Além disso, o 13º salário do INSS funciona como um abono anual pago aos segurados da Previdência Social. O INSS administra aposentadorias, pensões e diversos auxílios pagos a trabalhadores brasileiros. Quem contribuiu para a Previdência ao longo da vida pode receber esses benefícios.
O 13º funciona como uma gratificação extra. Na prática, o valor costuma corresponder a um benefício mensal dividido em duas parcelas. Primeiro o segurado recebe metade do valor. Depois recebe o restante na segunda etapa do pagamento. Esse modelo já ocorre há muitos anos.
O 13º salário do INSS vai ser antecipado esse ano?
Nos últimos anos, o governo decidiu antecipar esse pagamento. A mudança começou em 2020 durante a pandemia. Naquele período, o governo buscou estimular o consumo e ajudar a economia. Desde então, a antecipação virou prática comum. O dinheiro chega mais cedo ao bolso dos aposentados. Por consequência, milhões de brasileiros passam a consumir no primeiro semestre.
Ainda assim, o governo precisa confirmar se repetirá o mesmo modelo em 2026. Técnicos do governo discutem a possibilidade internamente. Segundo o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, o governo ainda analisa o melhor período para liberar o dinheiro. Ele afirmou durante entrevista que a equipe econômica discute a janela de pagamento.
Nas palavras dele, “estamos fazendo a discussão de se será feita essa antecipação e em quais meses deve ser executada”. Portanto, a decisão ainda não saiu oficialmente.
Caso o governo confirme a antecipação, o calendário deve seguir o padrão recente. Nos estudos internos, a primeira parcela pode sair entre 24 de abril e 8 de maio. Depois a segunda parcela pode cair entre 25 de maio e 8 de junho.
O INSS organiza o pagamento conforme o número final do benefício. Esse número aparece no cartão do segurado. O sistema ignora o dígito depois do traço.
Valores do abono
Além disso, quem recebe até 1 salário mínimo normalmente recebe primeiro. Depois o calendário avança para quem recebe valores maiores. Esse modelo segue o mesmo cronograma mensal usado pelo INSS para pagar aposentadorias e pensões. Assim o sistema evita sobrecarga bancária e mantém o fluxo de pagamento organizado.
Outro ponto importante envolve quem realmente tem direito ao 13º salário do INSS. Recebem o valor aposentados, pensionistas e beneficiários de alguns auxílios previdenciários. A lista inclui auxílio por incapacidade temporária, antigo auxílio doença. Também entram auxílio acidente e auxílio reclusão. Todos esses benefícios fazem parte da Previdência Social brasileira.
Por outro lado, algumas pessoas ficam de fora do pagamento. É o caso de quem recebe o Benefício de Prestação Continuada. Esse benefício é conhecido pela sigla BPC. O BPC garante 1 salário mínimo mensal para idosos a partir de 65 anos ou pessoas com deficiência em situação de baixa renda. Porém, ele não exige contribuição ao INSS. Por esse motivo, a lei não prevê o pagamento do 13º para esses beneficiários.
Por fim, enquanto a decisão oficial não chega, aposentados e pensionistas continuam acompanhando as próximas movimentações do governo. Caso a antecipação seja confirmada, cerca de 35 milhões de segurados podem receber o dinheiro mais cedo.
A medida também pode injetar bilhões de reais na economia brasileira. Ainda assim, o anúncio depende de um decreto presidencial. Portanto, o martelo ainda não foi batido.
