Saiba mais detalhes sobre o Demônio da novela Jesus, da Record
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Saiba mais detalhes sobre o Demônio da novela Jesus, da Record
Mayana Moura será o Satanás. Foto – divulgação.
Lúcifer aparecerá na tela da Record em breve. Mas na dramaturgia, desta vez. O coisa ruim, que supostamente aparece vez ou outra nos cultos da Universal nas madrugadas do canal de Edir Macedo, agora terá lugar garantido em horário nobre. E na pele de uma mulher.
A atriz escalada para viver o personagem na novela Jesus foi a ex-global Mayana Moura, que esteve recentemente em Tempo de Amar, última novela das 6 da Globo.
E de acordo com novas informações, será ela quem atormentará o filho de Deus, papel designado a Dudu Azevedo, durante toda a trama bíblica. Mas Mayana não aparecerá de cara limpa. Uma caracterização especial é prevista, já que a Record pretende usar poucos efeitos especiais em suas aparições infernais.
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Na trama, ela não será vista pelos demais personagens, mas os telespectadores de casa acompanharão as armadilhas que Mayana, como Satanás, armará. O primeiro encontro do coisa ruim com Jesus será durante a travessia pelo deserto. Os traços no rosto da atriz e o olhar marcante foram determinantes para a morena ganhar o papel.
RECORD DEFINE GÊNERO DE PRÓXIMAS NOVELAS
A Record segue ajustando a sua grade de programação com dispensas de profissionais, alterações em programas e definição sobre a sua dramaturgia. A decisão sobre a produção de novas novelas já foi tomada.
De acordo com informações do jornalista Flávio Ricco, o segundo horário de novelas inéditas continuará extinto ao longo desse ano, dando espaço para as reprises que começam a ficar constantes no canal paulista.
Ficou decidido também que as próximas novelas a serem produzidas serão de cunho totalmente religioso, assim com já vem acontecendo há bastante tempo. Belaventura foi a única que fugiu da regra nos últimos tempos e decepcionou no Ibope. Já Escrava Mãe, que também não obedecia ao gênero, se saiu melhor.