Veredito do salário mínimo de R$1.528, FIM de seguro e mais: 3 viradas na gestão de Haddad em 2025
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Entenda novidades na gestão de Fernando Haddad (Foto: Agência Brasil)
Uma lista de mudanças entra em vigor com a chegada do ano, indo além do aumento no salário mínimo
É oficial. O salário mínimo brasileiro subiu de R$ 1.412 para R$ 1.528, após a assinatura do presidente Lula. No entanto, surgem ainda outras questões importantes, administradas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Uma das novidades diz respeito à própria base. O reajuste é de 7,5%, sobre a inflação de 2024 e o crescimento da economia brasileira, medido pelo Produto Interno Bruto. Porém, ficou R$ 10 abaixo da previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor.
Pelo INPC de 4,84% e PIB de 2023 de 3,2%, o salário mínimo deveria ser de R$ 1.528 este ano. Até ano passado, o valor era de R$ 1.412, válidos também para pagamentos do INSS, Seguro-Desemprego, BPC, entre outros associados.
BETS
Houve também mudanças na regulamentação do mercado de apostas. Desde 2018, a prática está legalizada no Brasil, mas ainda dependia de algumas regras. No ano passado, ganhou uma secretaria própria no Governo Federal.
Agora, segundo a CNN Brasil, as bets só poderão realizar suas transações por meios de pagamento autorizados pelo Banco Central. Essa lei também prevê que, após o pedido, o valor sacado pelo jogador deve ser depositado em 2 horas, no máximo. Além disso, os cartões de crédito estão proibidos.
DPVAT
Este ano, o seguro não será mais pago. Houve uma primeira extinção ainda no governo de Jair Bolsonaro, mas havia sido reatado por Lula. No entanto, teve um novo encerramento. De acordo com a publicação, isso faz parte do plano de corte de gastos do dinheiro público, como apontou Fernando Haddad.
Afinal, o que muda?
Em resumo:
- Valor do salário mínimo;
- Apostas regulamentadas nas BETS;
- Fim do DPVAT.
Conclusão
Em recentes entrevistas, Fernando Haddad já expôs que outras mudanças estão por vir em meio corte de gastos do Governo Federal. Elas atingirão, principalmente, o Benefício de Prestação Continuada, pago aos idosos em situação de vulnerabilidade no Brasil.
Hoje, a principal regra é a idade mínima, de 65 anos. Já a segunda, diz respeito às condições em que se vive. Porém, agora, além das questões de renda, a concessão deve avaliar também outras pessoas que moram na residência, dificultando um pouco mais a liberação.
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