Veja projeção de um possível aumento no salário mínimo paulista

O salário mínimo estadual de São Paulo já está bem acima do salário mínimo nacional, atualmente fixado em R$ 1.621. Em maio de 2025, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou o reajuste para R$ 1.804.

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Embora não tenha confirmação oficial, cresce a expectativa de uma nova atualização da Alesp para o ano de 2026, durante a gestão de Tarcísio de Freitas.

Desse modo, nesta sexta-feira, 27, traremos uma projeção de um novo valor do piso regional com base no modelo aplicado no ano passado.

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Mas, lembre-se: esse valor é apenas uma especulação, o governo estadual sequer mencionou um novo reajuste no ano de 2026.

Como foi o reajuste anterior?

De acordo com o governo do estado, em 2025, o projeto de Lei 411/2025 atualizou o piso regional de R$ 1.640 para R$ 1.804, o que representou:

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  • 10% de aumento total
  • 5% de ganho real acima da inflação

O novo valor passou a valer para cerca de 70 categorias. Além disso, os deputados incluíram, por meio de emenda, os cuidadores de pessoas com deficiência entre as categorias contempladas.

Tarcísio de Freitas sancionou o novo valor do piso regional em julho de 2025, o que abre precedente para que esse movimento ocorra novamente em 2026. Mas, não há nenhuma confirmação oficial sobre o assunto.

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Qual pode ser o novo valor em 2026?

Se o governo repetir a política aplicada no último reajuste, combinando a inflação acumulada com ganho real, o salário mínimo paulista pode chegar a cerca de R$ 1.960.

Entenda a projeção:

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  • Inflação acumulada em 2025: 3,64%
  • Ganho real: 5%
  • Reajuste total estimado: 8,64%

Cálculo:

  • R$ 1.804 x 1.0864 = R$ 1.959,87

É importante ressaltar: esse número é apenas uma simulação baseada nos dados do ano anterior. Ou seja, não há confirmação oficial nem envio de projeto de lei para um novo reajuste.

Quem recebe o piso regional em São Paulo?

De acordo com o governo do estado, o piso paulista atende trabalhadores que não têm salário definido por legislação federal ou acordo coletivo. Entre os beneficiados estão:

  • Empregados não especializados do comércio, indústria e serviços administrativos
  • Trabalhadores domésticos e cuidadores de idosos
  • Motoboys e mensageiros
  • Garçons, barmen e trabalhadores do setor de turismo e hospedagem
  • Operadores de telemarketing e telefonistas
  • Representantes comerciais e agentes técnicos em vendas
  • Supervisores de compras e vendas
  • Trabalhadores da construção civil, como pedreiros e pintores
  • Profissionais de serviços de limpeza e conservação
  • Cabeleireiros, manicures e barbeiros

Piso segue acima

Por fim, São Paulo adota o piso regional próprio como forma de acompanhar o custo de vida do estado, além de trazer ganhos reais aos trabalhadores.

Por enquanto, o valor oficial segue em R$ 1.804, mas o debate sobre um novo aumento deve ganhar ainda mais força nos próximos meses.