Na semana passada, o senado finalizou a votação do pacote fiscal sobre o corte de gastos do Governo Federal

Renata Vasconcellos chamou atenção para algumas mudanças que virão no comando de Lula em 2025. O assunto ganhou destaque no Jornal Nacional, da Globo, na edição exibida no dia 23 de dezembro.

Continua depois da publicidade

Para quem não viu, deputados e senadores fizeram novas alterações nas medidas para reduzir a economia. Uma delas envolve o salário mínimo. Houve concordância sobre o reajuste anual com base nas mesmas regras que valem para as demais despesas públicas.

Lula, CLT
Lula ainda vai assinar decreto do novo salário mínimo que entra em vigor em 2025 (Foto: Agência Brasil)

Porém, segundo o Jornal Nacional, a alteração vai reduzir o ganho real do mínimo. A partir do dia 1º de janeiro, deve entrar em vigor o valor da nova base, na faixa de R$ 1.518, que ainda terá o decreto assinado por Lula. O debate também envolveu o BPC da população mais velha.

Continua depois da publicidade
Idosos, Benefício de Prestação Continuada
No Governo Lula, o Benefício de Prestação Continuada vale aos idosos vulneráveis (Foto: Agência Brasil)

Afinal, o que é o Benefício de Prestação Continuada?

O BPC não é previdenciário e não depende de prévias contribuições. A liberação é administrada pelo INSS, mas é preciso procurar o CRAS e se registrar no CadÚnico. De acordo com o Governo Federal, o primeiro requisito é a idade mínima de 65 anos, enquanto o segundo é a condição em que se vive.

Continua depois da publicidade

No entanto, ainda de acordo com o Jornal Nacional, a nova proposta exigirá mais rigidez na concessão do benefício. Agora, no meio do processo, deve ser levado em consideração também a renda de cônjuges, ainda que não vivam juntos como casal, além de irmãos, filhos e enteados que moram na casa.

Benefício de Prestação Continuada
BPC terá mais rigidez no processo de liberação no corte de gastos do Governo Lula (Foto: Agência Brasil)

Conclusão

Em contrapartida, o terceiro ponto, que diz respeito à previdência dos militares, será votado somente no Orçamento de 2025. Isso porque o Congresso entrou de recesso no dia 21 de dezembro para as festas de Natal e Ano Novo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, minimizou o impacto das mudanças feitas pelo Congresso e negou que elas tenham desidratado as medidas para conter o gasto público. Renata Vasconcellos pontuou que o cálculo era de uma economia de R$ 72 bilhões nos próximos 2 anos.

Continua depois da publicidade

+ Aliás, veja ainda outras notícias do Jornal Nacional!

Continua depois da publicidade