Trabalhadores CLTs em festa com salário mínimo estadual acima dos já conhecidos R$ 1.621

Uma excelente notícia já está valendo para milhares de trabalhadores com carteira assinada no Sul do país. Acontece que, o salário mínimo regional do Rio Grande do Sul foi oficialmente reajustado e, na faixa 3, chega a R$ 1.871,75.

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O valor supera o mínimo nacional e garante ganho real aos profissionais enquadrados nessa categoria. O aumento foi confirmado após a sanção da Lei nº 16.311, publicada no Diário Oficial do Estado em 11 de junho de 2025.

O reajuste aplicado acabou sendo de 8%, percentual acima do aumento do salário mínimo nacional em 2026, que ficou em 6,79%. Na prática, isso significa mais dinheiro no bolso e reforço no poder de compra.

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CLTs comemoram novo piso

Para quem trabalha sob regime CLT em setores estratégicos da economia gaúcha, a mudança representa uma verdadeira vitória. A chamada faixa 3, que fixa o piso em R$ 1.871,75, contempla trabalhadores das indústrias de alimentos, móveis, química, farmacêutica, além de empregados do comércio e armazéns.

Ademais, segundo o governo estadual, os pisos passaram a variar entre R$ 1.789,04 e R$ 2.267,27, dependendo da atividade profissional. Veja como ficaram as faixas a seguir:

  • Faixa 1 – R$ 1.789,04: agricultura, pecuária, pesca, indústria extrativa, empregados domésticos, construção civil, motoboys e turismo.
  • Faixa 2 – R$ 1.830,23: indústria têxtil e calçadista, saúde, limpeza, hotelaria, bares e restaurantes.
  • Faixa 3 – R$ 1.871,75: indústrias de alimentos, móveis, química, farmacêutica, comércio e armazéns.
  • Faixa 4 – R$ 1.945,67: metalurgia, indústria gráfica, vidro, borracha, vigilantes, porteiros e auxiliares administrativos escolares.
  • Faixa 5 – R$ 2.267,27: técnicos de nível médio.

Afinal, como a lei foi aprovada?

O Executivo estadual enviou o projeto em regime de urgência à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul no dia 26 de maio. A proposta foi aprovada em 3 de julho com 46 votos favoráveis, consolidando o reajuste como política de valorização da mão de obra regional.

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De acordo com o governo, o objetivo é claro: estimular o emprego formal, preservar o poder de compra e reconhecer a importância dos trabalhadores para a economia do estado.

Ademais, quando o salário mínimo estadual supera o nacional, as empresas são obrigadas a pagar o piso regional. No caso do Rio Grande do Sul, os empregadores devem atualizar contratos e folhas de pagamento conforme a faixa profissional.

Vale dizer que, o descumprimento pode gerar penalidades trabalhistas, tornando a adequação obrigatória.

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Afinal, o que é o salário mínimo regional?

Em suma, o salário mínimo regional é um piso definido por alguns estados para categorias que não possuem valor fixado por convenção coletiva. Ele considera o custo de vida local e, por lei, deve ser superior ao mínimo nacional.

Atualmente, além do Rio Grande do Sul, apenas São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Santa Catarina adotam esse modelo.

Embora o governo gaúcho ainda não tenha confirmado nova revisão para 2026, a expectativa é de que novos reajustes continuem ocorrendo. Para os CLTs beneficiados, o sentimento já é de comemoração: aumento real, salário maior e valorização profissional em pleno 2026.

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