Que reviravolta! 

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Nos próximos capítulos de “Sangue Bom”, Lucindo (Joaquim Lopez) pedirá Damáris (Marisa Orth) em casamento, segundo informações do jornal Extra.

Sentindo-se carente, a mãe de Tito (Rômulo Neto) liga para o motorista, que não lhe dá muita importância. “Ah, Lucindo, estou me sentindo tão solitária… Por que não vem ler a sereinha para eu dormir em paz?”, pede a perua, descartada em seguida. “Tenho mais o que fazer!”, diz o moreno, que desliga o telefone.

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Damáris, então, pensa na possibilidade de realmente estar gostando de Lucindo. Ela se veste de Gládis, vai até a casa de Tio Lili (Edwin Luisi) tentar seduzir o ex-motorista e conta a verdade sobre sua segunda identidade. “Pense bem, meu nobre motorista: se você é o único a saber de minhas sandices, é o único que pode desfrutar delas como se deve! E eu sei que você se diverte com a pândega que eu promovo!”, diz. “Então a senhora e a Gládis… É memo a ‘mema’ mina!”, conclui Lucindo. “Damáris e Gládis são as duas faces da medalha”, responde a mãe de Vinny (Maurício Destri).

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Damáris explica que Gládis surgiu por sugestão de Verônica (Letícia Sabatella), que também usou uma personagem, Palmira Valente, para fugir dos problemas: “Ela sugeriu que eu desse vazão a meu lado desconhecido… E foi então que, para minha grande surpresa, descobri dentro de mim a gêmea promíscua, a sirigaita satânica… Gládis! A que veio do Cabuçu!”. Inconformado, Lucindo questiona o fato de a mulher ter feito todos de bobos. “Não, porque a Gládis está em mim, mas não sou eu, dá pra entender? Eu tenho horror dessa criatura! Mas, de alguma forma, ela me é útil porque me purifica!”, diz Damáris.

Lucindo não entende nada, e Damáris segue com a explicação. “Ela faz o serviço sujo! Ela faz tudo o que me despertava curiosidade. Assim fico com o espírito pacificado”. O paulista segue confuso. “Mas aí tem um lance que não bate. Porque não foi só como Gládis que a senhora ficou comigo. Foi como Damáris também. O que quer dizer que não é só a Gládis que gosta da coisa. A Damáris também!”.

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A mulher explica que confundiu as coisas e pede discrição ao amigo, que não entende o porquê de ela se abrir para ele. Sincera, ela explica que quer que o motorista volte a trabalhar em sua casa. “Diga: de quem você sente mais saudade? Dela… Ou de mim?”, questiona Damáris. “De todas… Cravo ou pimenta? As duas tempera o pernil… E eu sou loucão pelas duas!”, responde Lucindo, que a agarra.

Depois que os dois se acertam e se amam, Lucindo sugere que eles juntem os trapinhos, para desespero de Damáris. “Não seja ridículo! Você é um prevaricador serial”, responde ela. “A senhora que pensa! Eu quero casar e ter uns bacuri!”, retruca o motorista.

Damáris pensa na possibilidade, mas se preocupa com os filhos. “Ah… Você tem é vergonha do pobrão aqui, né?”, desconfia Lucindo. “Não! Mas… Se você não fosse tão rude, tão tosco…”, engasga a mulher. “É? Então, ó, cabou a tosquice e a farra! Fui!!!”, revolta-se. Damáris então fica desolada. “Primeiro o Wílson, agora esse… Minha sina, realmente, é me envolver com motoristas de baixa classe!”.

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