Saiba mais informações sobre atacante de R$ 644M assinando com o Santos

Na tarde desta quarta-feira (15/04), o TV Foco traz mais informações sobre o atacante de R$ 644M assinando com o Santos até 2031.

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Em suma, estamos falando de Robinho Júnior, que após algumas reuniões, aceitou a renovação com o clube paulista até o fim de 2031. Vale destacar que a assinatura deve acontecer nesta quarta ou quinta-feira (16/04).

Sendo assim, o acerto entre ambas as partes colocou um ponto final na indefinição que vinha se arrastando desde o mês passado. Inclusive, um dos motivos era que o estafe de Robinho Júnior determinou que o Santos não colocasse mais o atleta para jogar no time da sub-20, apenas no profissional.

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Porém, o empresário destacou que não houve um veto, mas sim, uma decisão em comum acordo com a diretoria de futebol profissional.

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Além disso, a versão dele é que não havia um ponto de discussão financeira concreta ainda e que a proposta também não estava concluída e apresentada da maneira correta.

Neste novo contrato de Robinho Júnior com o Peixão, além da valorização do atleta, que pulou algumas etapas no clube, ele teria bônus por metas e um plano de carreira no acordo apresentado no fim de 2025, segundo fontes do clube.

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Trajetória de Robinho Jr 

O jogador é considerado por muitos um atacante promissor. Para quem não sabe, ele é formado nas categorias de base do Santos, chegando em 2022 e ganhou destaque no Sub-17 e Sub-20. 

Pelo Sub-15, Sub-17 e Sub-20, foi campeão paulista e artilheiro do clube, em 2023 e 2024. Sua estreia no profissional foi em 2025, quando entrou em campo usando a camisa 7. 

Inclusive, a renovação de seu contrato com o Santos até 2031, estabelece uma multa rescisória de 100 milhões de euros, o que, convertendo para o Real, dá cerca de R$ 644M, em 2026.

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Robinho Jr foi oferecido ao Flamengo?

A resposta é sim. O jogador foi oferecido ao clube carioca por meio de intermediários. Apesar do interesse em observar o mercado, a diretoria do Flamengo optou por não dar sequência às tratativas. A avaliação interna no início do ano foi de que não havia uma necessidade de reforçar o setor do meio-campo e ataque com mais um atleta com mais características ofensivas semelhantes.

A decisão não passou apenas pelo aspecto técnico, mas também pelo planejamento estratégico do clube, que entenderam que investir naquele momento poderia gerar desequilíbrio no elenco.