Em Deixe-me Viver, Jeniffer contracena com Humberto Martins, Roberta Rodrigues, Oscar Magrini e Mônica Carvalho em história sobre coragem e valor do tempo

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Um diagnóstico devastador é o ponto de partida do longa Deixe-me Viver. A história
acompanha Julia, adolescente de 14 anos que descobre ter câncer terminal pouco antes
de seu aniversário de debutante. Diante da perspectiva de passar os últimos dias em um
leito de hospital, ela convence a mãe, Andrea, a fugir com ela para viver intensamente o
tempo que lhe resta.

A trama, que mistura drama humano e espiritualidade ancestral, propõe ao público um questionamento universal: e se fosse comigo? “Esse filme nos faz refletir sobre decisões
que podem mudar para sempre o nosso destino. Não é apenas sobre a morte, mas sobre como escolhemos viver”, afirma a atriz e produtora associada Jeniffer Setti.

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No enredo, Setti interpreta Carla, madrinha da jovem e braço direito de Andrea nessa jornada. “A Carla é uma mulher independente, mas que se doa de verdade. Ela é quase uma segunda mãe para Julia. Essa relação mostra como, nos momentos de dor, a amizade verdadeira se torna essencial”, explica.

O impacto da doença é mostrado de forma crua, mas também afetuosa. Ao lado do drama familiar, a obra conduz o espectador a refletir sobre a importância do tempo. “A cada
minuto, o filme gera a sensação de que estamos desperdiçando nossa vida com coisas superficiais. Ele lembra que o essencial é estar presente para quem amamos”, completa Jeniffer Setti.

Além de trazer para o debate o enfrentamento da morte, o filme também se abre para
uma dimensão espiritual. Parte da jornada acontece em uma aldeia Pataxó, onde Julia vivencia um ritual indígena de pacificação do coração. “Falar dos povos originários sempre me tocou. A espiritualidade indígena nos ensina a lidar com a vida e a morte de forma mais natural, é um aprendizado para quem vive na pressa das grandes cidades”, comenta a atriz.

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Com elenco de peso, incluindo Humberto Martins, Mônica Carvalho, Oscar Magrini e
Roberta Rodrigues, o longa pretende unir emoção e reflexão. Para Jey, o impacto será inevitável: “O público vai sair transformado. É um filme que fala sobre amor, tempo e
coragem diante da dor. Vai além da doença, é sobre a vida e como viver.”

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